Correio de Carajás

Alessandro Camilo recebe pena de 24 anos pela morte de Ana Karina

Foto: Reprodução
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Uma pena de 24 anos de prisão foi aplicada a Alessandro Camilo de Lima, 48 anos, julgado ao lado de Francisco de Assis Dias e Graziela Barros Almeida pela morte de grávida Ana Karina Guimarães, de 29 anos, ocorrida em Parauapebas 11 anos atrás.

Ana Karina foi assassinada grávida de nove meses
Ana Karina foi assassinada grávida de nove meses

Era dele o filho que ela aguardava e que nasceria próximo ao dia do assassinato. A pena somou os crimes de homicídio duplamente qualificado, aborto e ocultação do cadáver, que nunca foi encontrado.

Graziela, companheira de Alessandro e noiva dele na época do crime, foi absolvida da acusação de ter ajudado a planejar o assassinato. O cúmplice, Francisco, foi condenado a uma pena de três anos de prisão em regime semiaberto, por ocultação de cadáver.

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Dos 24 anos da pena, Alessandro cumpriu pouco mais de sete anos, que serão reduzidos do que ele irá cumprir agora. Um quarto acusado, Florentino Rodrigues, já havia sido julgado e condenado a 25 anos de prisão em 2013.

Alessandro Camilo foi condenado por homicídio qualificado, aborto e ocultação de cadáver
Alessandro Camilo foi condenado por homicídio qualificado, aborto e ocultação de cadáver

Os julgamentos de Alessandro, Graziela e Francisco foram desaforados da Comarca de Parauapebas a pedido da defesa de Alessandro Camilo, em 2018, devido à grande repercussão do caso e à revolta popular na cidade.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado do Pará, Alessandro manteve relacionamento amoroso com Ana Karina, com quem saiu algumas vezes em 2009, o que resultou em gravidez.

Após ela informá-lo que estava grávida, teria passado a cobrar dele que a auxiliasse nos cuidados com a gravidez e no reconhecimento da criança, além dos custos do parto que estava agendado para aqueles dias.

As investigações apontaram que dias antes de ser morta, Ana Karina manteve contatos telefônicos com Alessandro Camilo. Ele marcou um encontro com ela no Bairro Cidade Nova e após Ana Karina entrar no veículo dele, uma Toyota Hilux de cor prata, nunca mais foi vista.

Ainda conforme a denúncia, Ana Karina foi levada até um espaço ermo onde foi morta a tiros, o corpo foi colocado em um tonel com pedras e arremessado de uma ponte do Rio Itacaiúnas, na zona rural de Parauapebas. (Luciana Marschall – com informações de DOL)

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