Correio de Carajás

Advogado de Marabá é preso ao tentar fazer prova no lugar de outro

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Da Redação 

O advogado Gilclecio Farias Luz, que é técnico da Câmara Municipal de Marabá, foi preso ontem, domingo (25), em Imperatriz, no Maranhão, suspeito de tentar fraudar o vestibular de Medicina da Universidade Ceuma. O caso foi amplamente divulgado por vários veículos de comunicação locais.
De acordo com as informações divulgadas, Gilclecio foi autuado em flagrante por falsificação de documento e tentativa de estelionato ao tentar realizar a prova no lugar de Tiago da Conceição Aquino. A prisão ocorreu após ele ter se recusado a colocar a digital no aparelho de identificação utilizado pela universidade.
Uma equipe da Polícia Civil que atuava no local considerou a atitude suspeita e o encaminhou para uma delegacia da cidade, onde foi constatada a falsidade ideológica. Ao ser ouvido, em depoimento, Gilclecio confessou ter ido à cidade realizar a prova no lugar de Thiago, de acordo com o divulgado em diversas páginas.
Ele deixou a delegacia no mesmo dia, após o procedimento, e a autuação em flagrante agora será remetida ao Poder Judiciário para trâmite do processo. O Correio de Carajás não conseguiu localizar o servidor público para ouvir a versão dele dos fatos. A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão foi contatada, mas até o momento não enviou informações mais detalhadas sobre o caso. 

Da Redação 

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O advogado Gilclecio Farias Luz, que é técnico da Câmara Municipal de Marabá, foi preso ontem, domingo (25), em Imperatriz, no Maranhão, suspeito de tentar fraudar o vestibular de Medicina da Universidade Ceuma. O caso foi amplamente divulgado por vários veículos de comunicação locais.
De acordo com as informações divulgadas, Gilclecio foi autuado em flagrante por falsificação de documento e tentativa de estelionato ao tentar realizar a prova no lugar de Tiago da Conceição Aquino. A prisão ocorreu após ele ter se recusado a colocar a digital no aparelho de identificação utilizado pela universidade.
Uma equipe da Polícia Civil que atuava no local considerou a atitude suspeita e o encaminhou para uma delegacia da cidade, onde foi constatada a falsidade ideológica. Ao ser ouvido, em depoimento, Gilclecio confessou ter ido à cidade realizar a prova no lugar de Thiago, de acordo com o divulgado em diversas páginas.
Ele deixou a delegacia no mesmo dia, após o procedimento, e a autuação em flagrante agora será remetida ao Poder Judiciário para trâmite do processo. O Correio de Carajás não conseguiu localizar o servidor público para ouvir a versão dele dos fatos. A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão foi contatada, mas até o momento não enviou informações mais detalhadas sobre o caso. 

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