Correio de Carajás

ACIM lança, no dia 10, o Projeto “Café com Negócios”

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Com o objetivo de preparar o empresariado local para enfrentar a adversidade econômica que o País atravessa, a ACIM – Associação Comercial e Industrial de Marabá – lança o Projeto “Café com Negócios”, um evento trimestral que vai trazer a Marabá experts, diretores de outras Associações Comerciais e Industriais de referência no Brasil, reconhecidos palestrantes e consultores da área de interesse do mundo dos negócios.

O “Café com Negócios”, diferentemente de outros eventos, terá um formato mais leve e descontraído, em formato de bate-papo. Ocasião em que os convidados discorrerão sobre como conseguiram contornar situações de crise, acerca de que maneira impulsionaram a economia das suas cidades com ideias simples e práticas e que saídas encontraram para evitar o fechamento de empresas e o consequente desemprego.

O primeiro “Café com Negócios” acontece no próximo dia 10, no Auditório do Hotel Itacaiúnas, a partir das 16 horas, com painel apresentado pelo presidente da ACIC – Associação Comercial e Industrial de Caruaru (PE), Pedro Leopoldo Nogueira de Miranda, que vai falar sobre “A Gestão da ACIC e o desenvolvimento de Caruaru”.

Leia mais:

Em seguida, Wamberto Aurélio Zenaide Barbosa, diretor da ACIC, fala sobre o tema “Cases da Indústria Têxtil e Porto de Suape na Atração de Investimentos para Caruaru”. No intervalo entra as palestras, às 17 horas, será servido um Coffee Break.

O presidente em exercício da ACIM, Eugênio Alegretti, fala a seguir sobre o “Café com Negócios”:   

Como surgiu a ideia do Projeto “Café com Negócios”?

Eugênio Alegretti – Surgiu da necessidade constante de pensarmos o desenvolvimento econômico da nossa cidade e da nossa região. Desenvolvimento este que é uma das funções da ACIM. Precisamos descobrir novas vocações, até ontem fomos um polo siderúrgico com 11 usinas Siderúrgicas em operação, hoje temos apenas uma, é preciso repensar e, para isso, nada melhor que conhecermos cases de sucesso que existem Brasil afora. Esse é o primeiro de uma série de eventos que vamos fazer e por que elegemos o caso do Polo Têxtil de Caruaru? Em Marabá nós temos muita mão de obra formada nesse ramo, resultado de trabalhos desenvolvidos ao longo dos anos por atores sociais como Obra Kolping, Associação da Mulher, Senai, associações de moradores, Seasp, etc. Portanto, existem muitas costureiras capacitadas, porém sem sinergia entre elas. E vislumbramos a possibilidade de aprender com a turma de Caruaru e, possivelmente, construir essa cadeia produtiva em nossa cidade, seja com a atração de um investidor ou com o desenvolvimento local da mesma através de uma cooperativa por exemplo.

Tendo em vista que cada lugar tem suas peculiaridades, como a ACIM vai fazer para adaptar esses casos de sucesso à nossa realidade?

Eugênio – A gente precisa primeiro entender o que houve lá e depois, dentro da nossa realidade, das nossas dificuldades e dos nossos pontos fortes, ver o que é preciso aqui. Tudo é planejamento, entendimento e a busca do conhecimento. É isso o que nós estamos buscando no momento.

 

Ao longo da sua trajetória a ACIM sempre vem trazendo conhecimento e informação ao empresário local. Qual tem sido o retorno disso?

A história de Marabá é a história do desenvolvimento das cadeias econômicas. Então, tivemos os ciclos da castanha, da madeira, da borracha, do ouro, dos diamantes e da siderurgia. Agora estamos entrando em ciclos mais modernos, como o da indústria, o da prestação de serviços e o da disseminação do conhecimento, entre outros. Temos procurado manter os nossos associados atualizados quanto a essas movimentações da economia, por meio de palestras, workshops, bate papos, além de trabalhar a formação de mão de obra local, através da atração de faculdades e realização de cursos técnicos, boa parte sem custo para seus associados e colaboradores, além buscar muita sinergia com os agentes de desenvolvimento. Cabe a cada associado a apropriação deste conhecimento e a prática em seu negócio e novos empreendimentos.

Como o senhor avalia o momento econômico de Marabá?

Eugênio – Apesar de estarmos vivenciando um momento especial, de grande crise política e econômica no cenário nacional, ocorreram muitas novidades. Tivemos aí uma reforma trabalhista, temos a perspectiva de uma reforma previdenciária e isso mexe com a economia, mexe com o apetite do investidor e a gente sente uma melhora. Numa rápida retrospectiva, vemos que Marabá está mais do que nunca no radar de grandes investidores. Só em 2017 podemos pontuar o Atacadão, do Grupo Carrefour, o Líder, a Correias Mercúrio e o Centro de Distribuição de combustíveis da Raízen. Fora isso, o ramo imobiliário sentiu uma melhora, um aquecimento no comércio é notório, assim um aumento nas vendas de automóveis na região. Tudo isso são termômetros econômicos que nos mostram que as pessoas estão voltando a acreditar e consumir. Ainda temos muito desemprego e um grande GAP econômico, mas, certamente vamos ter um final de ano mais animador.

SERVIÇO

As inscrições para o “Café com Negócios” podem ser feitas clicando no link https://docs.google.com/forms/d/1vbqg-ROmSFQZmYq56B9Dysxi1dMuc_kpzMJ8VDXLc20/viewform?ts=59efb5bc&edit_requested=true

 

Associados: participação gratuita.

Não-associados: R$ 30,00.  

Com o objetivo de preparar o empresariado local para enfrentar a adversidade econômica que o País atravessa, a ACIM – Associação Comercial e Industrial de Marabá – lança o Projeto “Café com Negócios”, um evento trimestral que vai trazer a Marabá experts, diretores de outras Associações Comerciais e Industriais de referência no Brasil, reconhecidos palestrantes e consultores da área de interesse do mundo dos negócios.

O “Café com Negócios”, diferentemente de outros eventos, terá um formato mais leve e descontraído, em formato de bate-papo. Ocasião em que os convidados discorrerão sobre como conseguiram contornar situações de crise, acerca de que maneira impulsionaram a economia das suas cidades com ideias simples e práticas e que saídas encontraram para evitar o fechamento de empresas e o consequente desemprego.

O primeiro “Café com Negócios” acontece no próximo dia 10, no Auditório do Hotel Itacaiúnas, a partir das 16 horas, com painel apresentado pelo presidente da ACIC – Associação Comercial e Industrial de Caruaru (PE), Pedro Leopoldo Nogueira de Miranda, que vai falar sobre “A Gestão da ACIC e o desenvolvimento de Caruaru”.

Em seguida, Wamberto Aurélio Zenaide Barbosa, diretor da ACIC, fala sobre o tema “Cases da Indústria Têxtil e Porto de Suape na Atração de Investimentos para Caruaru”. No intervalo entra as palestras, às 17 horas, será servido um Coffee Break.

O presidente em exercício da ACIM, Eugênio Alegretti, fala a seguir sobre o “Café com Negócios”:   

Como surgiu a ideia do Projeto “Café com Negócios”?

Eugênio Alegretti – Surgiu da necessidade constante de pensarmos o desenvolvimento econômico da nossa cidade e da nossa região. Desenvolvimento este que é uma das funções da ACIM. Precisamos descobrir novas vocações, até ontem fomos um polo siderúrgico com 11 usinas Siderúrgicas em operação, hoje temos apenas uma, é preciso repensar e, para isso, nada melhor que conhecermos cases de sucesso que existem Brasil afora. Esse é o primeiro de uma série de eventos que vamos fazer e por que elegemos o caso do Polo Têxtil de Caruaru? Em Marabá nós temos muita mão de obra formada nesse ramo, resultado de trabalhos desenvolvidos ao longo dos anos por atores sociais como Obra Kolping, Associação da Mulher, Senai, associações de moradores, Seasp, etc. Portanto, existem muitas costureiras capacitadas, porém sem sinergia entre elas. E vislumbramos a possibilidade de aprender com a turma de Caruaru e, possivelmente, construir essa cadeia produtiva em nossa cidade, seja com a atração de um investidor ou com o desenvolvimento local da mesma através de uma cooperativa por exemplo.

Tendo em vista que cada lugar tem suas peculiaridades, como a ACIM vai fazer para adaptar esses casos de sucesso à nossa realidade?

Eugênio – A gente precisa primeiro entender o que houve lá e depois, dentro da nossa realidade, das nossas dificuldades e dos nossos pontos fortes, ver o que é preciso aqui. Tudo é planejamento, entendimento e a busca do conhecimento. É isso o que nós estamos buscando no momento.

 

Ao longo da sua trajetória a ACIM sempre vem trazendo conhecimento e informação ao empresário local. Qual tem sido o retorno disso?

A história de Marabá é a história do desenvolvimento das cadeias econômicas. Então, tivemos os ciclos da castanha, da madeira, da borracha, do ouro, dos diamantes e da siderurgia. Agora estamos entrando em ciclos mais modernos, como o da indústria, o da prestação de serviços e o da disseminação do conhecimento, entre outros. Temos procurado manter os nossos associados atualizados quanto a essas movimentações da economia, por meio de palestras, workshops, bate papos, além de trabalhar a formação de mão de obra local, através da atração de faculdades e realização de cursos técnicos, boa parte sem custo para seus associados e colaboradores, além buscar muita sinergia com os agentes de desenvolvimento. Cabe a cada associado a apropriação deste conhecimento e a prática em seu negócio e novos empreendimentos.

Como o senhor avalia o momento econômico de Marabá?

Eugênio – Apesar de estarmos vivenciando um momento especial, de grande crise política e econômica no cenário nacional, ocorreram muitas novidades. Tivemos aí uma reforma trabalhista, temos a perspectiva de uma reforma previdenciária e isso mexe com a economia, mexe com o apetite do investidor e a gente sente uma melhora. Numa rápida retrospectiva, vemos que Marabá está mais do que nunca no radar de grandes investidores. Só em 2017 podemos pontuar o Atacadão, do Grupo Carrefour, o Líder, a Correias Mercúrio e o Centro de Distribuição de combustíveis da Raízen. Fora isso, o ramo imobiliário sentiu uma melhora, um aquecimento no comércio é notório, assim um aumento nas vendas de automóveis na região. Tudo isso são termômetros econômicos que nos mostram que as pessoas estão voltando a acreditar e consumir. Ainda temos muito desemprego e um grande GAP econômico, mas, certamente vamos ter um final de ano mais animador.

SERVIÇO

As inscrições para o “Café com Negócios” podem ser feitas clicando no link https://docs.google.com/forms/d/1vbqg-ROmSFQZmYq56B9Dysxi1dMuc_kpzMJ8VDXLc20/viewform?ts=59efb5bc&edit_requested=true

 

Associados: participação gratuita.

Não-associados: R$ 30,00.  

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