Correio de Carajás

Sim! É inveja que chama

Um goleiro que, quando é preciso, vai desarmar o atacante quase na linha do meio de campo;

Zagueiros que se impõem e quase sempre saem jogando;

Laterais que sobem pra apoiar, fazem gol e voltam pra marcar, do primeiro ao último minuto;

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Um volante que joga de cabeça erguida e mantém controle absoluto da bola e do espaço na entrada da sua área;

Uma camisa 10 que joga e marca. E como joga! E como marca!

Pontas habilidosos que infernizam a defesa e baixam pra recompor pelos lados;

Atacantes que fazem gol e renovam o compromisso defensivo pra também recompor pelo meio.

Senhoras e senhores, esta é a Espanha, primeira finalista da Copa do Mundo.

Esta é a Espanha, que transformou a França em um time comum.

Esta é a Espanha, que não abre mão da bola por nada, bem diferente do Brasil de Ancelotti.

Aliás, a Seleção Brasileira passou a impressão, nalguns momentos desta Copa, que, se a bola fosse tirada do campo de jogo, não faria muita diferença.

E antes que alguém me pergunte o que sinto ao ver a Espanha jogar, eu respondo: Sim! É inveja que chama.

 

 

 

Observação: As opiniões contidas nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do CORREIO DE CARAJÁS.