📅 Publicado em 14/07/2026 15h48✏️ Atualizado em 14/07/2026 16h21
A Polícia Civil do Pará instaurou inquérito para apurar o homicídio de Romário Rodrigues Martins, de 35 anos, morto após ser baleado durante a madrugada de domingo (12), na Vila Primeiro de Março, zona rural de São João do Araguaia, no sudeste paraense.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Polícia Civil de São João do Araguaia, o crime aconteceu por volta das 3h, no estabelecimento conhecido como Bar Gerody, localizado nas proximidades do posto de saúde da comunidade.
Segundo o relato apresentado à polícia pelo irmão da vítima, Railton Rodrigues Martins, Romário estava no local consumindo bebidas alcoólicas quando se envolveu em uma discussão com outro frequentador. Durante o desentendimento, o suspeito — cuja identidade ainda é desconhecida — sacou uma arma de fogo e efetuou um único disparo, que atingiu Romário na região do abdômen.
Leia mais:Após ser baleado, a vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital Municipal de Marabá. Apesar dos esforços da equipe médica, Romário não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu na unidade de saúde na manhã da última segunda-feira (13).
Conforme o boletim policial, Romário chegou ao hospital inconsciente, o que impossibilitou que policiais ou profissionais de saúde obtivessem informações sobre a identidade do autor do disparo ou as circunstâncias detalhadas do crime. O irmão da vítima informou à Polícia Civil que não presenciou o homicídio e afirmou desconhecer a identidade de possíveis testemunhas.
Após a confirmação da morte, familiares procuraram a delegacia para comunicar oficialmente o óbito e solicitar as providências legais, incluindo a remoção do corpo para a realização do exame de necropsia. O corpo permaneceu no Hospital Municipal de Marabá até ser removido ao Centro de Perícia Científica Renato Chaves para os procedimentos periciais.
A Polícia Civil de São João do Araguaia conduz as investigações para identificar, localizar e prender o autor do crime. Testemunhas que possam ter presenciado a discussão ou que possuam informações capazes de auxiliar na elucidação do caso podem colaborar de forma anônima junto à corporação.
O caso foi registrado como homicídio doloso — quando há intenção de matar — e segue sob investigação. (com informações de Evangelista Rocha)
