Correio de Carajás

Investigado por estupro de vulnerável é preso em São Domingos do Araguaia

Por: Luiz Carlos Silva — Freelancer

A Polícia Civil do Pará cumpriu, na tarde desta terça-feira (14), um mandado de prisão temporária contra Edneto Araújo Lima, investigado pela suposta prática do crime de estupro de vulnerável, tipificado no artigo 217-A do Código Penal. A ação foi realizada por policiais civis da equipe plantonista da Delegacia de São Domingos do Araguaia, vinculada à Diretoria de Polícia do Interior (DPI) e à 10ª Região Integrada de Segurança Pública (10ª RISP), responsável pelo Sudeste do Pará.

O mandado de prisão temporária foi expedido pela Vara Única da Comarca de São Domingos do Araguaia no âmbito de procedimento investigativo que apura a suposta prática do crime.

As diligências tiveram início após a equipe plantonista receber informações de que o investigado estaria na Avenida Duque de Caxias, às margens da BR-153, nas proximidades de uma oficina mecânica na área urbana do município. Os policiais se deslocaram imediatamente para o endereço e permaneceram em campana por alguns minutos, monitorando a movimentação no local para confirmar a presença do suspeito e garantir o cumprimento seguro da ordem judicial.

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Assim que Edneto foi visualizado pelos investigadores, a equipe realizou a abordagem e o informou sobre a existência do mandado. Conforme a Polícia Civil, a ordem judicial foi cumprida sem resistência, não sendo necessário o uso de algemas durante a condução.

Após a prisão, o investigado foi levado à delegacia, onde foram realizados os procedimentos de praxe. Em seguida, ficou à disposição da Justiça, devendo ser encaminhado ao sistema prisional pelo período determinado pela decisão judicial ou até nova deliberação do Poder Judiciário.

O crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal, é considerado um dos mais graves do ordenamento jurídico brasileiro. Ocorre quando há conjunção carnal ou outro ato libidinoso praticado contra menor de 14 anos ou contra pessoa que, por enfermidade ou outra condição, não tem capacidade de oferecer resistência ou consentimento.

As investigações continuam sob responsabilidade da Polícia Civil, que busca reunir todos os elementos necessários para o esclarecimento dos fatos. A instituição reforça que a prisão decorre de decisão judicial e que o investigado permanece amparado pelo princípio constitucional da presunção de inocência, cabendo à Justiça decidir sobre sua responsabilidade ao término do processo. (Com informações de PC-PA)