Inauguração
Conforme prometido no ano passado, o governador Helder Barbalho entrega o Hospital Regional Materno Infantil na semana do aniversário de Marabá. A solenidade será no dia 31 de março, terça-feira, às 15 horas, em um dia que promete ser de maratona de inaugurações. Dois dias depois, Helder entrega o governo, que será assumido pela vice Hana Ghassan.
Inauguração II
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O Hospital Regional Materno Infantil (HRMI) chega para cobrir uma região muito importante de 17 municípios do sudeste do Pará, com equipamento e equipe de primeira. Também será mais uma opção e emprego para médicos, como captador, inclusive, de mais especialistas para atuarem aqui na cidade.
Passagem de cargo
A atual vice-governadora do Pará, Hana Ghassan Tuma (MDB), assumirá oficialmente o comando do Estado no próximo dia 2 de abril de 2026. Servidora pública concursada há 36 anos, ela chega ao cargo com um histórico na gestão administrativa e no planejamento de políticas públicas. A mudança no comando do Executivo ocorre em meio ao movimento político do atual governador, Helder Barbalho (MDB), que é pré-candidato ao Senado Federal e deve deixar o cargo dentro do prazo legal de desincompatibilização. Com isso, a vice assume a chefia do Estado.
Passagem de cargo II
A cerimônia de transmissão constitucional do cargo será realizada às 15h, no Hangar Centro de Convenções, em Belém. À frente de áreas estratégicas ao longo da carreira, Hana tem atuação marcada pela coordenação do planejamento governamental, acompanhando a definição de prioridades e a execução de políticas em setores como segurança, saúde, educação e infraestrutura. Sua função, nos bastidores do governo, sempre esteve diretamente ligada à articulação entre orçamento e entrega de resultados.
Concurso
O novo concurso da Polícia Civil do Estado do Pará (PCPA) avançou mais uma etapa e deve ter o edital publicado em breve. A comissão responsável pelos trâmites de contratação da banca organizadora já foi formada, o que abre caminho para a definição da empresa que ficará à frente do certame. De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública, a previsão é de oferta de 237 vagas, distribuídas entre áreas policial e administrativa. Desse total, devem ser 100 oportunidades para o cargo de escrivão e 137 para funções administrativas.
Concurso II
A realização do concurso foi viabilizada após a aprovação do Projeto de Lei nº 310/2025 pela Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), que promove a reestruturação da carreira administrativa da Polícia Civil. A medida atualiza os cargos efetivos da instituição e permite a abertura de um novo certame.
Em breve
Com a comissão já definida, a expectativa é de que o nome da banca organizadora seja anunciado nos próximos dias. Somente após essa etapa será possível avançar para a publicação do edital. Os salários previstos variam entre R$ 1.618 e R$ 7.731,64, a depender do cargo.
Condenado
O Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA) manteve, por unanimidade, a condenação do cantor Bruno Mafra, da banda Bruno e Trio, por estupro de vulnerável continuado contra duas crianças. Segundo a denúncia, os crimes ocorreram entre 2007 e 2011, quando as vítimas tinham 5 e 9 anos de idade, e veio a público em 2019 quando o caso foi denunciado. O processo corre sob sigilo e teve julgamento em segunda instância na quinta-feira (26) pela 1ª Turma de Direito Penal.
Condenado II
Bruno foi condenado a 32 anos de prisão em regime inicial fechado por estupro de vulnerável continuado. Ele não está preso e se manifestou nas redes sociais alegando inocência. A defesa dele diz que vai recorrer e alega violações no processo (veja mais abaixo).
Relatos consistentes
Segundo a relatora do caso, a desembargadora Rosi Gomes, os relatos das vítimas foram consistentes e descreveram abusos que envolviam isolamento, manipulação psicológica, exibição de pornografia e atos libidinosos, incluindo sexo oral, ocorridos pelo menos três vezes.
Relatos consistentes II
Os depoimentos foram corroborados por familiares, como a mãe, a avó materna e um tio, além de um laudo sexológico que confirmou a materialidade do crime. A defesa pedia a absolvição por insuficiência de provas, mas o recurso foi negado. Durante o julgamento, os magistrados expressaram preocupação com a frequência de casos de estupro de vulnerável cometidos por pais e parentes.