📅 Publicado em 04/10/2026 08h49✏️ Atualizado em 04/10/2026 09h02
Na região das Folhas 16 e 22, na Nova Marabá, o cenário na primeira hora de votação é de tranquilidade, com escolas registrando filas menores e sem grande volume de eleitores. Apesar do fluxo moderado, o dia de eleição também é uma oportunidade para trabalhadores informais que buscam complementar a renda.
É o caso do vendedor Francisco de Assis Terra de Souza, que montou seu ponto de venda de água do coco na porta da Escola Salomé Carvalho, na Folha 16. Ele conta que costuma trabalhar nas eleições há cerca de quatro anos para “faturar um trocado”, já que o momento financeiro está difícil. Trazendo em média de 80 a 90 cocos por dia, ele aponta que a saída maior é da água de coco e que o movimento costuma aquecer após as 10 horas.
Além de garantir as vendas, que seguem até o final da tarde, Francisco já cumpriu o dever cívico. Ele votou na própria Escola Salomé e relatou que o processo foi rápido, embora tenha recorrido a uma “cola” para não esquecer os números de tantos candidatos.
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