Correio de Carajás

Vale lança série de documentários sobre os 50 anos da descoberta de Carajás

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Carajás, a maior mina de minério de ferro a céu aberto do mundo, comemora hoje, 31 de julho, 50 anos de descoberta. Foi neste dia, em 1967, que o helicóptero onde estava o geólogo Breno Augusto dos Santos fez um pouso de abastecimento em uma clareira da Serra Arqueada, no sudeste do Pará. A ideia inicial era procurar manganês, mas o que foi encontrado ali mudou a história da Vale e também do Brasil, e colocou o país no mapa da mineração mundial.

O geólogo desceu para examinar algumas rochas do local: “Quando bati o martelo, saiu um negócio avermelhado e vi que não era manganês, era ferro. Pensei ‘caramba, isso tudo aqui é ferro’”. Breno era chefe de equipe de geólogos da USSteel, siderúrgica norte-americana, que na época procurava mangânes na Amazônia para abastecer suas usinas nos Estados Unidos. A equipe era formada também pelos geólogos Erasto de Almeida e João Ritter. 

A partir desta descoberta começaram as pesquisas minerais na região que hoje é a maior produtora de minério de ferro de alta qualidade do mundo. Para se ter uma ideia da dimensão da Serra de Carajás, na época da descoberta, a Vale já era uma das maiores empresas do Brasil, produzindo quase 11 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. Atualmente, somente o Complexo de Carajás produz cerca de 150 milhões de toneladas anuais. “O minério de Carajás foi ocupando um espaço importante no mercado mundial, dada a sua qualidade, que possibilita a blendagem (mistura) com outros minérios mais pobres e também a redução da emissão de poluentes na indústria siderúrgica”, explica Antonio Padovezi, diretor de Ferrosos Norte da Vale.

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Para comemorar esse marco histórico da mineração, a Vale foi atrás dos personagens que participaram ativamente desse processo: geólogos, engenheiros, pesquisadores e moradores da região. Eles contaram como foi a saga em busca do minério de Carajás, os desafios enfrentados na época e os avanços no setor e o desenvolvimento da região em 50 anos. O resultado pode ser conferido em uma série especial de três episódios que relembram os 50 anos de Carajás: “A descoberta”, “A pesquisa” e “O Legado”. O primeiro vídeo já está disponível na página do V.Doc no vale.com e no youtube.com/vale.

Carajás, a maior mina de minério de ferro a céu aberto do mundo, comemora hoje, 31 de julho, 50 anos de descoberta. Foi neste dia, em 1967, que o helicóptero onde estava o geólogo Breno Augusto dos Santos fez um pouso de abastecimento em uma clareira da Serra Arqueada, no sudeste do Pará. A ideia inicial era procurar manganês, mas o que foi encontrado ali mudou a história da Vale e também do Brasil, e colocou o país no mapa da mineração mundial.

O geólogo desceu para examinar algumas rochas do local: “Quando bati o martelo, saiu um negócio avermelhado e vi que não era manganês, era ferro. Pensei ‘caramba, isso tudo aqui é ferro’”. Breno era chefe de equipe de geólogos da USSteel, siderúrgica norte-americana, que na época procurava mangânes na Amazônia para abastecer suas usinas nos Estados Unidos. A equipe era formada também pelos geólogos Erasto de Almeida e João Ritter. 

A partir desta descoberta começaram as pesquisas minerais na região que hoje é a maior produtora de minério de ferro de alta qualidade do mundo. Para se ter uma ideia da dimensão da Serra de Carajás, na época da descoberta, a Vale já era uma das maiores empresas do Brasil, produzindo quase 11 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. Atualmente, somente o Complexo de Carajás produz cerca de 150 milhões de toneladas anuais. “O minério de Carajás foi ocupando um espaço importante no mercado mundial, dada a sua qualidade, que possibilita a blendagem (mistura) com outros minérios mais pobres e também a redução da emissão de poluentes na indústria siderúrgica”, explica Antonio Padovezi, diretor de Ferrosos Norte da Vale.

Para comemorar esse marco histórico da mineração, a Vale foi atrás dos personagens que participaram ativamente desse processo: geólogos, engenheiros, pesquisadores e moradores da região. Eles contaram como foi a saga em busca do minério de Carajás, os desafios enfrentados na época e os avanços no setor e o desenvolvimento da região em 50 anos. O resultado pode ser conferido em uma série especial de três episódios que relembram os 50 anos de Carajás: “A descoberta”, “A pesquisa” e “O Legado”. O primeiro vídeo já está disponível na página do V.Doc no vale.com e no youtube.com/vale.

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