Correio de Carajás

UEPA comemora 25 anos com palestra e exposição fotográfica

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Para comemorar os 25 anos da Universidade Estadual do Pará, nesta sexta-feira (18) palestras, exposição fotográfica, apresentações culturais e coquetel foram ofertados para a comunidade acadêmica da instituição em Marabá. Conforme a coordenadora da instituição, Danielle Monteiro, no início, a universidade não tinha nem prédio próprio para atender aos cursos, mas que isso mudou com o passar dos anos.

“Nós não tínhamos sede própria e nem alugada, então nós usamos algumas salas da UFPA por algum tempo. Depois fomos para um imóvel alugado ainda na Velha Marabá e em 2000 nós enfim chegamos a este ponto aqui ao lado do Incra, com um terreno cedido pela prefeitura para construção do prédio próprio do campus 8”, relembrou. A programação especial para celebrar a data começou às 18 horas com mesa de abertura.

Em seguida, personalidades que contribuíram com a história do Campus de Marabá relataram experiências e acontecimentos para o público. Também houve o lançamento de uma exposição fotográfica e do edital para indicações à premiação com o Troféu Uepa Marabá – 25 anos. Vídeos comemorativos, apresentações de danças e música também fizeram parte da programação, que encerrou com um coquetel.

Leia mais:

A universidade, que acumula anos de história, recentemente contou com a inauguração de outro bloco, 10 cursos, 38 turmas de graduação e uma de pós-graduação, totalizando 803 alunos matriculados. “Nós temos um desafio muito grande, porque trabalhamos com várias áreas aqui, da saúde, tecnologia e educação”, acrescenta.

Visibilidade

Danielle revelou que vem desenvolvendo um trabalho de visibilidade da instituição, para que mais pessoas conheçam a Uepa e queiram estudar no Campus 8. “Muitas pessoas não conhecem a Uepa e nem os cursos que são ofertados. Então a gente vem desenvolvendo várias ações, como a corrida universitária. E tem gente que nem sabe onde a Uepa funciona, confundem com a Unifesspa e temos atuado por meio dos grupos e projetos de pesquisa e atividades de extensão”, concluiu. (Nathália Viegas com informações de Josseli Carvalho)

 

Para comemorar os 25 anos da Universidade Estadual do Pará, nesta sexta-feira (18) palestras, exposição fotográfica, apresentações culturais e coquetel foram ofertados para a comunidade acadêmica da instituição em Marabá. Conforme a coordenadora da instituição, Danielle Monteiro, no início, a universidade não tinha nem prédio próprio para atender aos cursos, mas que isso mudou com o passar dos anos.

“Nós não tínhamos sede própria e nem alugada, então nós usamos algumas salas da UFPA por algum tempo. Depois fomos para um imóvel alugado ainda na Velha Marabá e em 2000 nós enfim chegamos a este ponto aqui ao lado do Incra, com um terreno cedido pela prefeitura para construção do prédio próprio do campus 8”, relembrou. A programação especial para celebrar a data começou às 18 horas com mesa de abertura.

Em seguida, personalidades que contribuíram com a história do Campus de Marabá relataram experiências e acontecimentos para o público. Também houve o lançamento de uma exposição fotográfica e do edital para indicações à premiação com o Troféu Uepa Marabá – 25 anos. Vídeos comemorativos, apresentações de danças e música também fizeram parte da programação, que encerrou com um coquetel.

A universidade, que acumula anos de história, recentemente contou com a inauguração de outro bloco, 10 cursos, 38 turmas de graduação e uma de pós-graduação, totalizando 803 alunos matriculados. “Nós temos um desafio muito grande, porque trabalhamos com várias áreas aqui, da saúde, tecnologia e educação”, acrescenta.

Visibilidade

Danielle revelou que vem desenvolvendo um trabalho de visibilidade da instituição, para que mais pessoas conheçam a Uepa e queiram estudar no Campus 8. “Muitas pessoas não conhecem a Uepa e nem os cursos que são ofertados. Então a gente vem desenvolvendo várias ações, como a corrida universitária. E tem gente que nem sabe onde a Uepa funciona, confundem com a Unifesspa e temos atuado por meio dos grupos e projetos de pesquisa e atividades de extensão”, concluiu. (Nathália Viegas com informações de Josseli Carvalho)

 

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