Correio de Carajás

Suspeito de tráfico luta com policiais e acaba preso com drogas

Homem sem camisa algemado sendo conduzido por um policial militar.
Foto: Divulgação Cláudio admitiu a venda de entorpecentes após ser imobilizado
Por: Ana Mangas com informações da Polícia Militar

Cláudio da Silva dos Santos foi preso na tarde de terça-feira (9), no Bairro Bom Jesus I, em Parauapebas. Ele é suspeito de tráfico de entorpecentes, desobediência, resistência e agressão contra policiais militares.

Uma equipe do Grupamento de Prevenção Ativa (GPA) realizava rondas preventivas na região foi abordada por um morador afirmando que uma residência na Rua Pau D´Arco, sem muro, funcionava como ponto de venda de drogas.

De acordo com o relato do morador, a “boca de fumo” causou um aumento expressivo de furtos e roubos na vizinhança, gerando pânico na comunidade. A testemunha desabafou ainda que a vizinhança já havia tentado acionar o serviço de emergência 190 em outras ocasiões, sem sucesso.

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Ao chegarem ao endereço indicado, Cláudio da Silva dos Santos estava na área externa do imóvel. Ao ser informado de que o local era alvo de uma averiguação por tráfico, o suspeito demonstrou extremo nervosismo e tentou fugir.

Os agentes tentaram contê-lo, momento em que Cláudio resistiu ativamente, entrando em luta corporal com a guarnição e gritando que os policiais queriam matá-lo. Foi necessário uso moderado da força para imobilizá-lo.

Na casa foram apreendidas porções de cocaína, maconha e crack

Durante o confronto, o cabo Euclésio foi agredido pelo suspeito, sofrendo ferimentos na cabeça e na mão direita. Após ser algemado, o homem mudou de postura, admitiu que havia “perdido” e confessou que guardava entorpecentes dentro da casa.

Na vistoria pelo imóvel, os policiais encontraram 52 gramas de cocaína, 14 gramas de maconha e 35 gramas de crack. Além disso, duas balanças de precisão foram apreendidas.

Cláudio e o material foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para o registro da ocorrência e adoção das medidas legais. A reportagem não teve acesso ao homem para ouvir a versão dele dos fatos.