Correio de Carajás

Repórter Correio

Fato grave

As crescentes e reiteradas queixas das agentes femininas do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte Urbano (DMTU) tiveram de se tornar denúncia junto à Câmara Municipal de Marabá para que finalmente começassem a ser apuradas e elas extrapolam a falta de condições da sede do órgão: agora estão na esfera da importunação sexual. Como governo Toni Cunha estava se fazendo de desentendido quanto ao tema, coube à Procuradoria da Mulher do Legislativo promover uma blitz à sede do DMTU nesta quarta-feira (27).

Tuteladas

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Ocorre que a comitiva, formada também por representantes do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CONDIM), não tiveram “um centavo” de paz para realizar a vistoria em todas as dependências do prédio. O governo municipal colocou uma verdadeira tropa para acompanhar as autoridades em todos os momentos, de forma que as vereadoras Maiana Stringari e Vanda Américo não tiveram a liberdade de conversar com os servidores do local sem que os mesmos se sentissem pressionados.

Posição

Em vários momentos, as vereadoras tiveram de se impor, ao sentirem que estavam sendo tolhidas em várias situações. Mas isso não deve ficar barato: a comissão já adiantou que seja qual for o resultado, o relatório final sobre o problema terá cópia enviada ao Ministério Público.

São João

A 39ª edição do Festejo Junino de Marabá já está toda alinhada e com a programação lançada. Acontecerá de 19 a 28 de junho no Bairro Santa Rosa. O evento terá, mais uma vez, o patrocínio da Equatorial Pará e incentivos do Ministério da Cultura. ​A distribuidora de energia investirá R$ 500 mil, por meio da Lei Semear, repassados à Liga Cultural de Marabá (LICMAB) para subsidiar financeiramente os 34 grupos culturais filiados ao evento. O termo de patrocínio já foi assinado. ​O festejo é reconhecido como Patrimônio Imaterial do Estado do Pará e de Marabá.

São João II

O Festejo Junino de Marabá este ano tem o tema “Cambraia e Palmica: Mestres da Cultura Tradicional Marabaense”. O evento reunirá quadrilhas juninas adultas dos grupos A e B, quadrilhas mirins e bois-bumbás do município. A programação do 39º Festejo Junino terá início no dia 19 de junho com o Arrastão Cultural e o Concurso da Rainha da Diversidade.

Continua

Entre os dias 20 e 25 de junho, o público poderá acompanhar as apresentações das quadrilhas juninas e dos bois-bumbás. Já a reta final da competição ocorre nos dias 26, 27 e 28 de junho, com as disputas finais das Quadrilhas Juninas do Grupo B, dos Bois-Bumbás e das Quadrilhas Juninas do Grupo A, respectivamente.

PGE

A Procuradoria-Geral do Estado do Pará (PGE/PA) abriu um Processo Seletivo Simplificado (PSS) para contratação temporária de profissionais de nível superior em Belém. O edital foi publicado na terça-feira (25) e prevê vagas para a função de Analista de Procuradoria nas áreas de Direito, Administração, Ciências Contábeis e Tecnologia da Informação – Sistemas.

PGE II

As inscrições serão gratuitas e poderão ser feitas exclusivamente pela internet, por meio do site oficial do Sistema Integrado de Processo Seletivo Simplificado do Pará, o Sipros Pará. Segundo a PGE/PA, o edital completo deverá ser disponibilizado no portal oficial do processo seletivo. O período de inscrição começa à 0h do dia 28 de maio e segue até às 23h59 do dia 29 de maio.

O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) determinou que os 16 policiais civis e militares, réus pelo chamado massacre de Pau D’arco, devem ir a júri popular pelo crime de homicídio. A decisão foi tomada na terça-feira (26) pela Segunda Turma de Direito Penal, após a apreciação de recursos da defesa. O Massacre completou 9 anos no último domingo (24) e um ato foi realizado cobrando respostas e justiça pelas mortes de 10 trabalhadores rurais na antiga fazenda Santa Lúcia, no sudeste do Pará.

Júri popular II

Policiais civis e militares entraram na fazenda no município de Pau D’arco para cumprir mandados judiciais em uma área de disputa de terras. Na época, os policiais envolvidos na operação alegaram ter reagido a um ataque dos posseiros. No entanto, sobreviventes dizem que as vítimas não tiveram chance de defesa, pois os policiais já teriam chegado atirando. Além disso, laudos periciais e investigações independentes apontaram sinais de execução e organizações sociais, entidades de direitos humanos e pastorais começaram a chamar o caso como Chacina ou Massacre de Pau D’arco.