Foi, mas não foi
Em mais uma das tantas ações casuísticas que tem tomado no afã de deixar em evidência a própria esposa, o prefeito Toni Cunha instaurou mais uma polêmica em seu governo e conseguiu desagradar a todos. Ele mandou protocolar na Câmara Municipal projeto de Lei que cria a “Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Direitos Humanos”. Ocorre que os movimentos que estariam representados pela mesma não foram ouvidos em fase alguma da concepção da secretaria e todos têm sua queixa já exposta.
Foi, mas não foi II
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As lideranças dos movimentos de defesa da mulher não gostaram e já deram entrevistas nesta quarta-feira cobrando promessa anterior de Toni Cunha de que a secretaria seria exclusiva. O anúncio de que será mais abrangente não foi bem recebido. Rosalina Izoton, por exemplo, disse que a mudança de foco contradiz promessa feita pelo gestor em duas marchas da mulher. Luana Bastos, ex-presidente do Condim, também questionou que os movimentos não tenham sido ouvidos diretamente na concepção do texto que cria a secretaria e o modelo.
Gratificação
Chegou à Câmara Municipal de Marabá a proposta que propõe alteração na Lei nº 17.380, de 22 de dezembro de 2009, e que pode reestruturar a gratificação dos profissionais fisioterapeutas do município. Profissionais da área já estiveram na CMM conversando com cada um dos vereadores e buscando apoio à aprovação na Casa.
Despedida
O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE do Pará) publicou nota de pesar pelo falecimento do juiz federal José Airton de Aguiar Portela, ocorrido na noite da última segunda-feira (23/03), em São Paulo. O juiz atuou como membro efetivo da Corte Eleitoral do TRE do Pará no biênio de 2023 a 2025. Ele também exerceu o cargo de ouvidor judicial eleitoral do Tribunal, por meio do qual coordenou o Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), previsto na Lei de Acesso à Informação.
Despedida II
O magistrado permaneceu na Corte Eleitoral até o dia 4 de julho de 2025, quando completou dois anos de mandato, marcando o encerramento oficial de sua passagem pelo TRE do Pará. Ele era natural do município de Santarém.
E o Dnit?
A semana praticamente passou e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) segue em silêncio, sem a prometida nota oficial dando conta do destino das duas pontes sobre o Rio Itacaiunas em Marabá. O teor de reunião ocorrida na última semana com autoridades municipais caiu na rua e a cidade já sabe que a decisão do órgão vai se encaminhando para a derrubada e reconstrução de ambas as pontes. Mas é realmente intrigante que o órgão federal vá empurrando a versão oficial para data não definida.
E o Dnit? (II)
A população, que tomou um susto com a perspectiva da derrubada das pontes, aguarda por detalhes, justificativas plausíveis, o resultado dos estudos promovidos pelo Dnit nos últimos meses e mesmo como funcionaria o cronograma, a forma e os impactos que tal providência pode acarretar.
PRF
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) formou 285 novos policiais rodoviários federais nesta quarta-feira (25). A formatura aconteceu na Universidade Corporativa da Polícia Rodoviária Federal (UniPRF), em Florianópolis (SC). A solenidade marca o fim do Curso de Formação Complementar (CFC). É bom destacar que o Pará é um dos estados que anseia por mais policiais.
Passagem de bastão
Uma solenidade em Belém, no próximo dia 2 de abril, deve marcar a despedida de Helder Barbalho do posto de governador do Pará, que será assumido pela vice Hana Ghassan, que passará à condição de titular. A desincompatibilização dele é uma exigência da legislação eleitoral, uma vez que Helder pretende concorrer a senador nas eleições de outubro. A vaga no Senado é tida como uma eleição majoritária, tão quanto a de governador. Nessa solenidade de despedida de Helder, ele deverá promover um balanço dos seus dois mandatos.
Açaí
Base alimentar da população paraense e símbolo da Amazônia, o açaí consolidou-se como um dos principais indutores de desenvolvimento sustentável. De acordo com estudo da Fundação Amazônia de Amparo e Pesquisa (Fapespa), a produção do fruto saltou de quase 150 mil toneladas para cerca de dois milhões de toneladas em 38 anos, de 1987 a 2024, um crescimento de 14 vezes. Nesse cenário, o Pará mantém a liderança absoluta, com 89,5% do total nacional, seguido por Amazonas, com 7,2%, e Amapá, com 1,3%.