Correio de Carajás

Quatro jovens são condenados a 15 anos por estupro coletivo em Copacabana

Justiça determinou regime fechado para os réus, acusados de violentar uma adolescente em um apartamento na zona Sul do Rio, em janeiro

Estupro coletivo em Copacabana veja quem são os acusados do crime no RJ • undefined

Quatro jovens foram condenados a 15 anos de prisão cada um pelo estupro coletivo de uma adolescente em Copacabana, na zona Sul do Rio de Janeiro. A Justiça determinou o cumprimento da pena em regime fechado e a manutenção da prisão dos condenados caso apresentem recurso.

Na sentença, o juiz considerou a participação de cinco pessoas no crime, incluindo um adolescente, para aplicar o aumento de dois terços previsto no Código Penal. Segundo a decisão, a atuação em grupo aumentou a intimidação e reduziu as possibilidades de defesa da vítima. O magistrado também levou em conta três fatores desfavoráveis aos réus na definição das penas.

Na sentença, o juiz considerou a participação de cinco pessoas no crime, incluindo um adolescente, para aplicar o aumento de dois terços previsto no Código Penal. Segundo a decisão, a atuação em grupo aumentou a intimidação e reduziu as possibilidades de defesa da vítima. O magistrado também levou em conta três fatores desfavoráveis aos réus na definição das penas.

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Defesa questiona vazamento da sentença

A defesa de Vitor Hugo Oliveira Simonin questionou a divulgação da sentença antes de receber a intimação oficial. Em nota, o advogado Angelo Máximo afirmou que o episódio é mais um vazamento de informações de um processo que tramita sob segredo de Justiça.

Segundo o defensor, vídeos, áudios e trechos dos interrogatórios dos acusados já haviam sido divulgados anteriormente. Ele afirmou ter apresentado duas reclamações ao juízo responsável pelo caso e pediu que a origem dos vazamentos seja investigada.

O advogado disse que não comentaria o mérito da condenação neste momento, em razão do segredo de Justiça, e cobrou providências para identificar os responsáveis pela divulgação das informações.

A CNN Brasil tenta contato com as defesa dos demais condenados.

(Fonte: CNN: Brasil)