Correio de Carajás

PM prende bando armado acusado de tortura e homicídio

Em uma operação realizada pela Polícia Militar do município Cametá nesta segunda-feira (27), um suspeito foi morto e outros seis foram presos. A polícia apreendeu armas de fogo de vários calibres. O grupo estava escondido em uma ilha.

A ação policial ocorreu após a localização do corpo de um homem desaparecido no Rio Laranjal, identificado como José Antônio Cantão. Além disso, uma vítima que reconheceu os criminosos foi torturada e mantida em cativeiro pelo grupo.

Durante patrulhas pelos rios da região, uma embarcação com três homens com características correspondentes às denúncias foi abordada. Eles foram presos, e duas armas de fogo foram apreendidas com eles. Um deles estava foragido do sistema penal.

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As buscas continuaram em uma área de mata, onde outros dois suspeitos foram detidos, e mais duas armas foram apreendidas. Eles conduziram os militares até o local utilizado como base pelo grupo.

Outros dois homens estavam no local e um deles tentou fugir atirando contra os militares, que revidaram. Um deles foi preso e o atirador foi atingido e socorrido, mas acabou morrendo. Trata-se de José Osicleuson da Silva Costa. Os presos foram identificados pelos nomes de Benedito Nei Ferreira Queiroz, Fábio Rodrigues Moreira, Kleber Moreira Costa, Ailson Sousa do Nascimento, Rithon Klebes Lopes Moreira e Joel Júnior Rodrigues.

Pesado armamento foi apreendido pelos policiais em poder da quadrilha

“Durante a revista na área, foram encontradas armas de grosso calibre, incluindo um fuzil AR15, com 110 munições. Na ação, além do fuzil, foram apreendidas duas pistolas, calibre .40, uma pistola, calibre .9mm, uma pistola, calibre .380, um rifle de precisão, calibre .17, com mira telescópica acoplada, uma espingarda calibre .28 de fabricação caseira, 189 munições de diversos calibres, dois aparelhos celulares e dois rádios comunicadores”, diz a nota da PM.

Todos os suspeitos presos foram apresentados à Polícia Civil e já estão à disposição da Justiça. As armas apreendidas serão periciadas e podem revelar o seu uso em outros crimes já registrados. (Antonio Barroso/freelancer)