📅 Publicado em 02/02/2026 13h26✏️ Atualizado em 02/02/2026 14h19
A Polícia Militar prendeu Daniel Brito Silva, de 22 anos, e José Ribamar Mendes Pereira, cuja idade não foi divulgada, na madrugada desta segunda-feira (2), após encontrar três armas no veículo em que eles estavam. Junto com a dupla foram apreendidos três adolescentes de 12, 15 e 17 anos.
Segundo o relatório policial, o grupo circulava em um veículo VW Virtus em alta velocidade pela Rodovia BR-222, nas proximidades de uma loja de materiais de construção, no Núcleo São Félix II, em Marabá.
Os policiais, que realizavam rondas na Avenida Ipanema, no Bairro Francolândia, perceberam o carro em alta velocidade e decidiram realizar a abordagem.
Leia mais:Daniel foi encontrado abaixado no banco de trás, junto com os três menores. Durante a vistoria, os militares encontraram dois revólveres calibre 38, com 10 munições deflagradas e duas intactas, e uma pistola Taurus 638 PRO, também calibre 38, sem munições no carregador.

Ao ser questionado, José Ribamar, que conduzia o carro, alegou aos militares estar fazendo uma corrida de aplicativo, tendo saído do Residencial Tiradentes com destino ao Bairro Francolândia. No entanto, mudou a versão em seguida, dizendo que pegou os três adolescentes no Residencial Tiradentes e, em seguida, embarcou Daniel no Residencial Tocantins.
Aos militares, o motorista afirmou, ainda, que se dirigiu à Travessa Leblon, no Bairro Francolândia, onde alguns dos ocupantes desceram do veículo e efetuaram diversos disparos contra o portão de uma residência. Após o ataque, ele teria dado fuga aos atiradores.
Com base nas informações, os policiais foram até o local indicado para verificar se havia feridos. A moradora da residência relatou ter ouvido vários disparos em frente à residência, mas não conseguiu identificar os autores.
Diante dos fatos, Daniel, José Ribamar e os três adolescentes foram levados à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi registrado como porte ilegal de arma de fogo. A Polícia Civil investiga as circunstâncias dos tiros disparados. O Correio de Carajás não teve acesso aos suspeitos para ouvir a versão deles para os fatos.
