Correio de Carajás

Pau D’arco em pauta para solução de conflitos

A região de Pau D’arco, a 60 km de Redenção, no sul do Pará, onde 10 trabalhadores rurais foram mortos em ação policial ocorrida em maio, foi um dos pontos de debate durante uma reunião ocorrida na tarde de ontem, quarta-feira (2), entre Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Ouvidoria Agrária Nacional e o Movimento Liga dos Camponeses Pobres do Pará. O encontro se deu na capital do estado, em Belém.

Conforme informações do governo estadual, foi discutida uma série de providências a serem tomadas em relação a áreas onde ocorrem conflitos por terra, entre elas, a Fazenda Santa Lúcia, palco das mortes.

Durante a reunião, a Ouvidoria Agrário, por meio do ouvidor substituto, José Líbio de Moraes Matos, informou que há interesse de retomar as negociações com o dono da fazenda, mas primeiro é necessário se realizar a reconstituição da cadeia dominial da área.

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O Iterpa, por sua vez, concedeu prazo de 10 a 15 dias para o levantamento da documentação junto ao instituto, acrescentando que a discussão precisa envolver, ainda, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Após o prazo, nova reunião será agendada com o intuito de definir que encaminhamento será dado à questão. No mês passado, 11 policiais militares, dentre eles um coronel, e dois policiais civis, foram presos temporariamente suspeitos de envolvimento nas mortes dos trabalhadores rurais.

As prisões foram deferidas pelo Poder Judiciário após pedido do Ministério Público do Estado do Pará, por meio dos Promotoria de Redenção e cumpridas pela Polícia Federal, que atua no caso. (Luciana Marschall com informações de Agência Pará)

A região de Pau D’arco, a 60 km de Redenção, no sul do Pará, onde 10 trabalhadores rurais foram mortos em ação policial ocorrida em maio, foi um dos pontos de debate durante uma reunião ocorrida na tarde de ontem, quarta-feira (2), entre Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Ouvidoria Agrária Nacional e o Movimento Liga dos Camponeses Pobres do Pará. O encontro se deu na capital do estado, em Belém.

Conforme informações do governo estadual, foi discutida uma série de providências a serem tomadas em relação a áreas onde ocorrem conflitos por terra, entre elas, a Fazenda Santa Lúcia, palco das mortes.

Durante a reunião, a Ouvidoria Agrário, por meio do ouvidor substituto, José Líbio de Moraes Matos, informou que há interesse de retomar as negociações com o dono da fazenda, mas primeiro é necessário se realizar a reconstituição da cadeia dominial da área.

O Iterpa, por sua vez, concedeu prazo de 10 a 15 dias para o levantamento da documentação junto ao instituto, acrescentando que a discussão precisa envolver, ainda, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Após o prazo, nova reunião será agendada com o intuito de definir que encaminhamento será dado à questão. No mês passado, 11 policiais militares, dentre eles um coronel, e dois policiais civis, foram presos temporariamente suspeitos de envolvimento nas mortes dos trabalhadores rurais.

As prisões foram deferidas pelo Poder Judiciário após pedido do Ministério Público do Estado do Pará, por meio dos Promotoria de Redenção e cumpridas pela Polícia Federal, que atua no caso. (Luciana Marschall com informações de Agência Pará)

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