Correio de Carajás

Pará: Secretarias iniciam ação de combate ao mosquito aedes

Secretarias iniciam ação de combate ao mosquito aedes
Foto: Divulgação
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As equipes de endemias da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma), iniciaram a instalação de Estações Disseminadoras de Larvicida (EDs) para combate ao mosquito transmissor da dengue. Esta é a segunda etapa do projeto, que começou em setembro e está sendo desenvolvido pela Coordenação do Programa Estadual de Controle da Dengue e pela Divisão de Entomologia do Laboratório Central do Estado (Lacen), com apoio da Sesma e da Secretaria Municipal de Saúde de Ananindeua (Sesau).

Esse é o primeiro projeto feito por uma secretaria de saúde, pois os projetos de estações disseminadoras têm sido realizados por instituições de pesquisa – como a Fundação Oswaldo Cruz, que instalou EDs em 17 Estados, mas o Pará nunca foi contemplado. O objetivo das estações é diminuir os focos de mosquitos transmissores da dengue, zica e chikungunya, já que a estação ajuda a impedir o nascimento do mosquito.

Confecção das estações

As EDs são feitas com um recipiente de plástico, um pedaço de pano, água e 5g do larvicida Pyriproxyfen. O larvicida em pó é diluído na água até formar uma pasta, que é distribuída com um pincel homogeneamente sobre o pano que está preso ao redor da boca do recipiente com água.

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A finalidade é que o mosquito, ao pousar no pano, fique com o larvicida nas patas, levando-o para os criadouros. O produto age sobre as larvas, que mesmo que cheguem à fase de pupa não se transformam em mosquitos adultos, capazes de se reproduzir. Além disso, o Pyriproxyfen afeta o mosquito já complemente desenvolvido, diminuindo a capacidade de colocar ovos e fazendo com que 80% dos que são postos não chegue a se transformar em larva.

Manutenção

A verificação mensal das estações será feita por agentes de controle de endemias, acompanhados de um supervisor, que observa a quantidade de água e de larvicida em cada estação e completa, conforme a necessidade.

A primeira etapa, que foi finalizada na última quarta-feira (16), consiste do uso de armadilhas para coleta de ovos de mosquitos antes da instalação das EDs, para comparação futura. (Fonte:O Liberal)

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