Correio de Carajás

Pará participa de pesquisa nacional sobre Covid-19

Foto: Alex Ribeiro / Ag.Pará

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Pesquisa quer identificar quantidade de pessoas que foram infectadas pelo vírus e as que desenvolveram imunidade

Seis municípios paraenses estão participando da pesquisa de Prevalência de Infecção por Covid-19 no Brasil (PrevCov), uma das maiores pesquisas sobre a doença em todo o mundo, realizada pelo Ministério da Saúde (MS). No Pará, os municípios escolhidos pelo foram Belém, Ananindeua, Benevides, Marituba, Santa Isabel e Santa Bárbara. Cerca de 1,9 mil domicílios serão visitados e mais de 6 mil pessoas serão testadas para ser estimada a porcentagem de pessoas que já tiveram infecção prévia pela Covid-19 ou que desenvolveram resposta imunológica após a vacinação.

Daniele Soares, técnica da Coordenação Geral de Emergência em Saúde Pública do Ministério da Saúde, esteve em Belém na tarde desta quinta-feira (2) para apresentar o projeto. Segundo ela, nacionalmente, a pesquisa vai abranger 62.097 domicílios, 211.129 indivíduos, em 274 municípios brasileiros.

“Queremos estimar a soroprevalência das pessoas que já tiveram infecção prévia pela Covid-19 ou que desenvolveram resposta imunológica após a vacinação. Só participarão os domicílios que foram sorteados, tudo com base nos dados do Ministério da Saúde. Os agentes Comunitários de Saúde dos Municípios vão nos ajudar fazendo a sensibilização da população para participar da pesquisa”.

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A PrevCov conta com a parceria do Laboratório Hermes Pardini, que vai fazer a coleta. A equipe do laboratório chega no território e faz contato com o morador sorteado para a pesquisa, faz o agendamento e realiza a coleta do sangue. Essa amostra é armazenada e enviada para a Fiocruz que vai fazer o processamento e análise dos dados.

A técnica ressalta que essa pesquisa não tem cunho de diagnosticar uma pessoa com Covid-19. “O paciente que receber um resultado de imunidade positiva, não precisa de nenhum encaminhamento para cuidados assistenciais, a única coisa que ele vai saber é se ele teve uma infecção prévia ou se desenvolveu anticorpos após a vacinação”.

O diretor de Vigilância em Saúde da Sespa, Denilson Feitosa, explica como vai ser a atuação do Estado na pesquisa. “O Estado vai participar como apoiador do Ministério da Saúde, como ponto focal e na comunicação com os municípios. Consideramos que o resultado dessa pesquisa vai ser muito importante para a gente entender o panorama da soroprevalência no Pará seja por infecção, seja por vacinação e isso vai nos dar uma ideia de como está a imunidade das pessoas e pensar estratégias de gestão”.

Os resultados da pesquisa serão disponibilizados pelo Ministério da Saúde para os estados e municípios participantes.

(Agência Pará)

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