Foto: Elisa Mendes
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Chega aos municípios de São Geraldo do Araguaia no próximo dia 10 e em São Domingos do Araguaia no dia 12, ambos no sudeste do Pará, a peça “Para a terra não há desaparecidos”, fruto de investigação desenvolvida pela atriz e pesquisadora carioca Gabriela Carneiro da Cunha, que integra o projeto “Margens – sobre rios, boiunas e vagalumes” que vem sendo construindo com o objetivo de discutir a violência que a ditadura militar brasileira instaurou a partir dos anos 1960 no país.

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O trabalho transita entre a ficção e o documentário, e “Para a terra não há desaparecidos” é um poema cênico criado a partir da história de 12 mulheres, de sua luta e das memórias do que elas viveram e deixaram na região amazônica, em parte dos estados do Pará e Tocantins, onde se deu a guerrilha do Araguaia entre 1972 e 1975, local de forte resistência contra a violência e contra a ditadura.

Como parte de profunda e detalhada pesquisa sobre o tema, a equipe e o elenco da peça realizaram uma viagem até o sul do Pará com a diretora, a autora e as atrizes Carolina Virguez, Daniela Carmona, Fernanda Haucke e Mafalda Pequenino, para uma vivência na região com as pessoas do lugar, ouvindo-as e às suas histórias e lembranças.

O trabalho vem itinerando pelos estados do Tocantins, passando pelas cidades de Palmas, Araguaína e Xambioá. Após estar no Pará, seguirá para Goiás.

Serviço:

Peça teatral “Para a terra não há desaparecidos”

Classificação: 14 anos

Produção: Aruac Filmes e Corpo Rastreado/ Ludmilla Picosque

Patrocínio: Programa Petrobras Distribuidora de Cultura

 

São Geraldo do Araguaia: 10 de Agosto

Auditório do Sintepp

(Av. Castelo Branco, 75 – Centro)

Horário: 20h

Ingresso: Gratuito

 

São Domingos do Araguaia: 12 de agosto

Espaço Maçonaria

(Rua Acrisio Santos, 458)

Horário: 20h

Ingresso: Gratuito

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