Correio de Carajás

Motociclista colide em cavalo e morre na hora

Ricardo tinha apenas 30 anos de idade e perdeu a vida trabalhando/ Foto: reprodução
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O Instituto Médico Legal (IML) de Marabá liberou, no final da manhã de ontem (15), o corpo do jovem vendedor Ricardo Alves dos Reis, de 30 anos, vítima de acidente fatal na noite de 14 de fevereiro, na Rodovia BR-230 (Transamazônica). O acidente aconteceu em frente à entrada principal do Assentamento 1º de Março, que fica na divisa entre Marabá e São Domingos do Araguaia. Ele bateu a moto que pilotava em um cavalo solto na pista. Não é a primeira vez que esse tipo de acidente com vítima fatal se registra naquela área da rodovia.

A tragédia se registrou no início da noite, por volta das 6h50. A batida foi tão violenta que o piloto da motocicleta e o animal morreram no local do acidente. Informações colhidas pela reportagem dão conta que um caminhão já havia batido em outro animal solto na pista naquele mesmo horário e local.

Amigos da vítima, pelos grupos de WhatsApp e também pelo Facebook, reclamaram da demora para a remoção do corpo, que só foi retirado do local depois das 22h. De fato, o corpo do rapaz só deu entrada no IML de Marabá às 22h30. Outra reclamação foi quanto a demora para a liberação do corpo.

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Inclusive, a mãe da vítima, Ana Claudia Alves dos Reis, fez um apelo emocionado, no Facebook, para que as autoridades liberassem o corpo do filho para que ela pudesse fazer rituais de velório e sepultamento. “Meu filho não é bandido. Meu filho tava era trabalhando. Eu preciso ir lá buscar meu filho… Eu preciso é do meu filho aqui perto de mim”, desabafou aos prantos.

Na porta do IML, na manhã de ontem, amigos da vítima dissera que não havia médico legista naquele momento e que somente depois das 16h o corpo seria liberado. Ricardo morava na Folha 20 e era de família bastante conhecida na Nova Marabá.

Por telefone, ainda pela manhã, o jornal conversou com Marcelo Salame, novo diretor do Centro de Perícias Científicas (CPC) Renato Chaves, órgão ao qual o IML é subordinado. Ele disse que, ao assumir, se deparou com uma situação difícil no órgão, inclusive com relação às perícias médicas. Uma hora depois ele retornou o contato para a reportagem confirmando que havia conseguido a liberação do corpo. (Chagas Filho)

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