📅 Publicado em 24/04/2026 18h04✏️ Atualizado em 24/04/2026 18h07
O corpo de Kelvin Sousa Carvalho, de 34 anos, foi sepultado no início da manhã desta sexta-feira (24) no Cemitério Municipal de Brejo Grande do Araguaia, no sudeste do Pará. O homem foi encontrado morto na manhã de segunda-feira (20), no Bairro Francisco Coelho, conhecido como ‘Cabelo Seco’, no Núcleo Marabá Pioneira.
De acordo com informações das autoridades, Kelvin Carvalho apresentava hematomas provocados por golpes de pauladas, o que levanta a suspeita de homicídio. A polícia acredita que o crime tenha ocorrido durante a noite de domingo (19), sendo o corpo localizado apenas ao amanhecer. Após o achado, o cadáver foi removido para o Instituto Médico Legal, onde passou por exame de necropsia.
O corpo permaneceu sem identificação por alguns dias até que, por meio de investigações da Polícia Civil do Pará, os familiares foram localizados. O pai da vítima, Márcio dos Santos Carvalho, morador de Brejo Grande do Araguaia, recebeu a confirmação da morte por telefone na quinta-feira (23).
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À reportagem, contou que durante o horário de almoço foi informado que a família precisava comparecer para fazer o reconhecimento do corpo, evitando que fosse sepultado como indigente. Após a confirmação, Márcio Carvalho acionou outros familiares que residem em Marabá para dar andamento aos procedimentos legais.
O corpo chegou a Brejo Grande do Araguaia por volta das 20h30 de quinta-feira e foi velado na residência da família, localizada na Rua Tancredo Neves, no centro da cidade.
Sobre a vida do filho, Márcio Carvalho afirmou desconhecer qualquer envolvimento com atividades ilícitas. Segundo ele, Kelvin trabalhava como serralheiro e já havia passado por cidades como São Domingos do Araguaia e Tucuruí em busca de oportunidades de trabalho. O pai relatou ainda que o filho tinha histórico de consumo de bebida alcoólica e já havia sido detido anteriormente após uma discussão, mas não tinha conhecimento de outros problemas com a Justiça.
Kelvin Carvalho estava morando em Marabá, fato que não era de conhecimento da família. O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Pará, sob coordenação da delegada Eliene Carla, responsável pelo inquérito, que trabalha para esclarecer as circunstâncias e identificar os autores do crime.

