Foto: reprodução

Técnico da seleção da Argentina de 2008 a 2010, Diego Maradona declarou nesta segunda-feira que não voltaria a ocupar o cargo por causa de “traidores” com os quais trabalhou.

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“Tenho vontade de fazer muitas coisas aqui (no Dorados, time que treina no México), mas na seleção estão todos aqueles traidores, eu não volto”, disse o ídolo do futebol argentino em entrevista ao site “Infobae”.

No entanto, Maradona não escondeu o desejo de um dia ser treinador do Boca Juniors, clube pelo qual teve duas passagens como jogador.

“Eu seria técnico do Boca para vibrar com tudo lá de dentro. Mas sem passar por cima de ninguém”, admitiu.

Maradona também afirmou que é um dos responsáveis pela renovação da Associação do Futebol Argentino (AFA) com a chegada de Claudio Tapia à presidência da entidade.

“Queríamos uma AFA nova e colocamos Tapia. Eu também sou responsável, atenção. Ele veio me pedir apoio e eu disse que sim. Ele me disse um monte de coisas e não fez nada, não me ligou mais. Isso é o que mais me f… e isso é traição. E eu cuspo na cara dos traidores”, revelou.

Aos 57 anos, Maradona também criticou o atual momento do Boca Juniors e responsabilizou o presidente Daniel Angelici. Segundo o ex-jogador, o atacante Carlos Tevez já não é um “jogador do povo” por ter se aproximado do presidente do país, Mauricio Macri.

“Está ao lado de Macri, e quem está ao lado de Macri não pode estar com o povo, de nenhuma maneira. (EFE)

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