Correio de Carajás

Marabá terá ato de solidariedade

Na próxima sexta-feira (21), a partir das 19 horas, acontece um manifesto solidário ao Acampamento Hugo Chavez, que foi palco de um ataque de pistoleiros na noite de sábado (15) e na tarde de domingo (16). O evento será realizado no Campus I da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), que organiza o manifesto junto com a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e o Movimento Sem-terra (MST).

Na manhã de ontem (17), uma caravana composta por militantes de movimentos sociais, além de estudantes e professores da Unifesspa seguiu em direção ao Acampamento Hugo Chavez, para conversar com os acampados e tentar auxilia-los no que fosse possível. Depois de ida ao acampamento, ficou definida a realização do manifesto.

O Acampamento “Hugo Chavez”, do MST, fica a 27 km de Marabá, na Fazenda Santa Tereza, BR-155. Segundo os movimentos sociais, o ataque aconteceu em dois momentos: primeiro às 23h de sábado, pistoleiros numa caminhonete atiraram na direção da entrada do acampamento; depois no domingo, por volta das 13h, os criminosos atearam fogo ao redor das barracas.

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O advogado José Batista Gonçalves Afonso, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), pediu que a Delegacia de Conflitos Agrários (Deca), de Marabá, fosse até o local, onde vivem mais de 300 famílias, para verificar a situação e tomar as providências que o caso requer da especializada.

Batista explicou que o Incra já fez proposta de comprar a terra para assentamento de clientes da reforma agrária. Inicialmente, o fazendeiro Rafael Saldanha Camargo, dono da área, até aceitou fazer a negociação, mas quando o Incra descontou o valor do passivo ambiental, ele desistiu de negociar com o Estado e a situação segue complicada na área.

Quem também esteve no Acampamento Hugo Chavez foi uma equipe da Delegacia Especializada em Conflitos Agrários (Deca) e também servidores do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. O delegado Alexandre Nascimento conformou que a delegacia foi acionada ainda na tarde de domingo (16), pela CPT, que informou sobre o atentado.

 Em números

300

Este é o número de famílias que estão acampados no Hugo Chavez, segundo informou, segundo Raimunda Cesar, da coordenação estadual do MST. Uma escola foi erguida para atender cerca de 180 crianças, jovens e adultos.

 (Chagas Filho)

 

 

Na próxima sexta-feira (21), a partir das 19 horas, acontece um manifesto solidário ao Acampamento Hugo Chavez, que foi palco de um ataque de pistoleiros na noite de sábado (15) e na tarde de domingo (16). O evento será realizado no Campus I da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), que organiza o manifesto junto com a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e o Movimento Sem-terra (MST).

Na manhã de ontem (17), uma caravana composta por militantes de movimentos sociais, além de estudantes e professores da Unifesspa seguiu em direção ao Acampamento Hugo Chavez, para conversar com os acampados e tentar auxilia-los no que fosse possível. Depois de ida ao acampamento, ficou definida a realização do manifesto.

O Acampamento “Hugo Chavez”, do MST, fica a 27 km de Marabá, na Fazenda Santa Tereza, BR-155. Segundo os movimentos sociais, o ataque aconteceu em dois momentos: primeiro às 23h de sábado, pistoleiros numa caminhonete atiraram na direção da entrada do acampamento; depois no domingo, por volta das 13h, os criminosos atearam fogo ao redor das barracas.

O advogado José Batista Gonçalves Afonso, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), pediu que a Delegacia de Conflitos Agrários (Deca), de Marabá, fosse até o local, onde vivem mais de 300 famílias, para verificar a situação e tomar as providências que o caso requer da especializada.

Batista explicou que o Incra já fez proposta de comprar a terra para assentamento de clientes da reforma agrária. Inicialmente, o fazendeiro Rafael Saldanha Camargo, dono da área, até aceitou fazer a negociação, mas quando o Incra descontou o valor do passivo ambiental, ele desistiu de negociar com o Estado e a situação segue complicada na área.

Quem também esteve no Acampamento Hugo Chavez foi uma equipe da Delegacia Especializada em Conflitos Agrários (Deca) e também servidores do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. O delegado Alexandre Nascimento conformou que a delegacia foi acionada ainda na tarde de domingo (16), pela CPT, que informou sobre o atentado.

 Em números

300

Este é o número de famílias que estão acampados no Hugo Chavez, segundo informou, segundo Raimunda Cesar, da coordenação estadual do MST. Uma escola foi erguida para atender cerca de 180 crianças, jovens e adultos.

 (Chagas Filho)

 

 

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