📅 Publicado em 02/03/2026 15h52✏️ Atualizado em 02/03/2026 16h36
No início da tarde do último sábado (28), A Polícia Civil sofreu uma perda irreparável: o investigador aposentado Paulo Gomes da Silva, o “Paulão da Civil”, que carregava o nome da instituição no apelido, faleceu. Ele tinha 75 anos e estava internado no Hospital Regional de Marabá, com complicações oriundas da diabetes.
“Paulão” atuou mais de três décadas na Polícia Civil e entrou em uma época em que a instituição não tinha toda a infraestrutura que dispõe hoje. Já foi delegado “ad hoc” (nomeado temporariamente) em Morada Nova, também na vila de Serra Pelada (Curionópolis).
Além disso, já atuou na delegacia da Cidade Nova, na extinta delegacia da Velha Marabá, onde hoje funciona a Delegacia de Conflitos Agrários (DECA); e chegou a atuar cerca de 5 anos no Departamento de Homicídios, antes de se aposentar
Leia mais:Sua partida foi muito sentida pelos colegas de trabalho, familiares e amigos. No momento do sepultamento, no Cemitério da Saudade (Nova Marabá), dona Jacirene Monteiro, viúva de “Paulão”, recebeu uma bandeira da Polícia Civil, das mãos do investigador Cérlio, seu amigo pessoal, como reconhecimento pelos serviços prestados.
Policial combativo e operacional, “Paulão” já foi agraciado com medalha de Honra ao Mérito, do Governo do Estado, como um dos melhores investigadores da Polícia Civil do Estado do Pará.
Se para a Polícia Civil, a perda é irreparável, para a família é muito mais ainda. “Paulão” deixa sete filhos órfãos de pai e deixa também oito netos. Vascaíno “doente”, ele conheceu o Rio de Janeiro e até tirou foto com um dos jogadores do seu time de coração. “Paulão” deixou um legado que servirá de exemplo não apenas para a família e amigos, mas para a própria Polícia Civil. Ele combateu o bom combate e agora descansa em paz.
