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Marabá: Publicitário diz ser vítima de difamação via WhatsApp

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O publicitário Flávio Júnior da Silva foi surpreendido, na tarde da última quinta-feira (26), por uma postagem que circula em grupos de WhatsApp com o seu nome. Na mensagem apócrifa, assinada por uma pessoa identificada apenas como Vera, ele é acusado de enviar fotos sem roupa e convidar a filha da mulher, que teria apenas 14 anos de idade, para sair.

Na mensagem, a suposta mãe relata que “pegou” uma conversa no celular da filha adolescente com o publicitário. Ela conta, também, que após a descoberta, decidiu investigar a vida de Júnior, como é mais conhecido. Ao descobrir a atividade profissional do homem e seu perfil no Facebook, decidiu escrever um texto e divulgar a foto dele em grupos.

Ainda na postagem, Vera convoca os amigos, conhecidos e membros de grupos da plataforma de mensagens instantâneas a “espalhar a foto desse pedófilo” (trecho).

Júnior, diante disso, registrou um boletim de ocorrência através da plataforma digital da Polícia Civil (em função do protocolo adotado por autoridades sanitárias no combate à pandemia do novo coronavírus) contra a autora e os divulgadores da mensagem e, após isso, procurou o CORREIO para desmentir os fatos narrados.

A intenção de Júnior é defender, segundo ele, a sua imagem e a de seu negócio, que desde a propagação do que chama de “fake news perigosa” foi abalada.

Consta, no boletim de ocorrência registrado por Júnior, que ele foi notificado da existência da acusação através de um amigo. “Fui informado pelo Paulo (amigo) de que uma postagem está sendo feita em grupos de WhatsApp contra mim. Uma pretensa mulher me acusa de assediar a sua filha, que seria uma menina de 14 anos, e, além disso, estimula a propagação da mentira por parte das pessoas”, afirma Júnior.

Questionado pelo veículo de comunicação, o publicitário nega categoricamente qualquer existência de culpa que pese contra ele. “Tal fato, além de leviano, mentiroso e feito de forma apócrifa, atenta contra a minha moral e prejudica a minha vida familiar”, esclarece. “Não tenho ideia da origem de tal boato e autoria deste texto, nem de quem teria intenção de me denegrir, mas peço providências, vez que esta publicação continua circulando pelos grupos”, finaliza ele. (Da Redação)

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