Correio de Carajás

Marabá: mais uma pessoa morre eletrocutada

Maristela Araújo era bastante conhecida em Marabá e sua morte gerou muita comoção (Foto: Divulgação/Rede Social )
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Passados cinco dias desde que quatro jovens morreram eletrocutados no Rio Tocantins na subestação de tratamento de água da Cosanpa, mais uma pessoa morreu eletrocutada em Marabá. A vítima agora é a servidora pública municipal Maristela Alves de Araújo, de 56 anos. O caso se registrou no Geladinho (Núcleo São Félix) por volta das 16 horas da última quinta-feira (13).
O jornal conversou por telefone com Mariana de Araújo Martins, filha da vítima. Ela contou que Maristela estava na chácara onde mora, na tarde de quinta, fazendo seus afazeres domésticos, quando a bomba d’água apresentou um defeito. Ela foi até o rio para verificar o que tinha acontecido. Foi justamente aí que ocorreu a tragédia.
Mariana explica que no Geladinho, assim como em outros bairros da cidade, as famílias usam bomba d’água direto no rio para abastecer a residência para uso doméstico, como lavar roupas, louças e a própria casa, pois não existe sistema de abastecimento regular.
Ainda segundo o relato da filha da vítima, os vizinhos a encontraram nas águas, já desfalecida, e a tiraram de lá, tentaram reanima-la, não conseguiram, e acionaram uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que chegou cerca de meia hora depois do chamado, mas não havia o que ser feito, pois Maristela já estava sem vida.
Diante disso, restou acionar o Instituto Médico Legal (IML) para fazer a perícia e a remoção do corpo, que foi liberado em seguida para que a família realizasse aos procedimentos e rituais de velório e sepultamento.
O corpo de Maristela Alves de Araújo foi velado na casa dela, na vila Geladinho, e o sepultamento acontece na manhã de hoje, sábado (15), no Cemitério da Saudade, na Nova Marabá (Folha 29).
Além de Mariana, Maristela tinha outro filho: Thiago Alves de Araújo, que ficou de chegar ontem (14) à noite em Marabá, vindo de Fortaleza (CE), onde mora.
Maristela era agente de Saúde havia mais de 16 anos e atualmente trabalhava no Centro de Saúde Maria Bico Doce, no São Félix Pioneiro, perto de sua casa. A morte dela – ainda mais pela forma repentina como aconteceu – pegou a todos de surpresa e gerou bastante comoção. (Chagas Filho)

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