Correio de Carajás

Manifestação pede celeridade no julgamento do caso Jones William

Manifestantes se reuniram em frente ao Fórum para cobrar data para o julgamento dos acusados pelo MP/ Fotos: divulgação

Aproximadamente 500 pessoas protestaram, na manhã desta terça-feira (31), com pedido de justiça para o caso do prefeito assassinado de Tucuruí, Jones William. O grupo promoveu concentração em frente ao Fórum da Comarca de Tucuruí e depois interditou a BR-422, na entrada da cidade. O movimento é liderado por amigos do ex-prefeito.

“Quatro anos se passaram, não são 4 dias. E hoje estamos aqui mais uma vez para pedir agilidade na conclusão do processo do Jones. Como o Ministério Público Estadual já pediu a prisão dos principais envolvidos, por que a Justiça não os leva a julgamento?”, indaga Welber Galvão, irmão do ex-prefeito Jones William.

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A penúltima manifestação aconteceu há 5 dias, em 27 de agosto. De acordo com o portal notícias Cidade Tucuruí, “o inquérito já foi concluído pela Polícia Civil e os acusados denunciados pelo Ministério Público, inclusive com prisões decretadas. Na época, alguns envolvidos chegaram a ser presos, porém, o juiz concedeu medidas cautelares e foram soltos em seguida”.

A exemplo do protesto anterior, que transcorreu de modo pacífico, o de hoje teve concentração em frente ao Fórum de Tucuruí, e em seguida o grupo seguiu para um trecho da rodovia federal BR-422 e interditou a pista com pneus, galhos de árvores e outros objetos. A passagem de veículo era liberada a cada 30 minutos.

Homens do 13º Batalhão de Polícia Militar acompanharam com viaturas e policias para resguardar a segurança dos manifestantes e da população.

Entenda

Jones William foi assassinado na Estrada do Aeroporto, no dia 25 de julho de 2017, por volta de 16 horas, quando vistoriava uma obra de recuperação da pista, momento em que dois homens em uma motocicleta o assassinaram com cinco tiros de arma de fogo. Jones morreu ao chegar ao Hospital Regional de Tucuruí.

A Polícia Civil prendeu Bruno Marcos de Oliveira, natural de Sergipe, de 22 anos, apontado como principal suspeito de executar o gestor. Com ele, também foi presa a pessoa que conduzia a motocicleta. Bruno acabou morto em 2018, durante uma fuga de presos do Complexo Penitenciário Santa Izabel. (Antonio Barroso)

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