Correio de Carajás

Invasão e queimada no Distrito Industrial de Marabá

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A onda de invasões que se espalha pela área urbana chegou, também, ao Distrito Industrial de Marabá (DIM). Durante a inauguração da Correias Mercúrio, na quarta-feira, a Reportagem do Correio de Carajás identificou uma área do tamanho de três campos de futebol que foi desmatada e queimada recentemente.

O Distrito Industrial é administrado pelo governo do Estado, por meio da CODEC (Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará), que informou que a referida área já foi objeto de ação na Justiça e ocorreram duas desocupações, mas que infelizmente as pessoas insistem em voltar ao local.

Também é preocupante o fato de que com a ocupação, os invasores acabam destruindo a floresta, retiram madeira e depois colocam fogo para plantação.

Leia mais:

Atualmente, 20 empresas estão ativas e dezenas inativas instaladas em uma área de 2.8304.643 de hectares, entre as quais siderúrgicas que ocupam imensas áreas no Distrito Industrial, como a Cosipar, que não tem perspectiva de voltar a funcionar e não devolve a área para o governo do Estado repassar a outra empresa com interesse em instalar-se em Marabá.

A única área que não está no poder de empresas é esta que ficou refém dos invasores, que já foram retirados em ações de desocupações por duas vezes e mesmo assim retornam. (Ulisses Pompeu)

A onda de invasões que se espalha pela área urbana chegou, também, ao Distrito Industrial de Marabá (DIM). Durante a inauguração da Correias Mercúrio, na quarta-feira, a Reportagem do Correio de Carajás identificou uma área do tamanho de três campos de futebol que foi desmatada e queimada recentemente.

O Distrito Industrial é administrado pelo governo do Estado, por meio da CODEC (Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará), que informou que a referida área já foi objeto de ação na Justiça e ocorreram duas desocupações, mas que infelizmente as pessoas insistem em voltar ao local.

Também é preocupante o fato de que com a ocupação, os invasores acabam destruindo a floresta, retiram madeira e depois colocam fogo para plantação.

Atualmente, 20 empresas estão ativas e dezenas inativas instaladas em uma área de 2.8304.643 de hectares, entre as quais siderúrgicas que ocupam imensas áreas no Distrito Industrial, como a Cosipar, que não tem perspectiva de voltar a funcionar e não devolve a área para o governo do Estado repassar a outra empresa com interesse em instalar-se em Marabá.

A única área que não está no poder de empresas é esta que ficou refém dos invasores, que já foram retirados em ações de desocupações por duas vezes e mesmo assim retornam. (Ulisses Pompeu)

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