Correio de Carajás

Ih, choveu! Mofo apareceu!

Durante o período chuvoso muitos problemas respiratórios podem estar associados ao mofo, alerta especialista de Marabá

Mulher chocada com armário de cozinha mofado, evidenciando o problema.
✏️ Atualizado em 08/05/2026 09h56

Em dias chuvosos, muitas pessoas notam manchas escuras surgindo nas paredes, aquele cheiro característico de mofo que insiste em ficar nos armários e cantos úmidos da casa. Essas situações comuns, que parecem apenas incômodos domésticos, podem esconder riscos sérios para a saúde respiratória, especialmente para quem passa muito tempo em ambientes fechados.

A Dra. Juliana Carreiro Carvalho, médica otorrinolaringologista e professora no ambulatório da Afya Marabá, explica que o mofo libera esporos no ar que funcionam como potentes alérgenos e irritantes das vias respiratórias. “Esses esporos podem desencadear ou agravar problemas como rinite alérgica, sinusite e asma”, alerta a especialista.

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Estudos recentes reforçam essa preocupação: ambientes internos úmidos favorecem o crescimento de fungos que liberam micotoxinas e partículas capazes de provocar tosse, chiado, falta de ar e até agravamento da asma. Crianças e idosos são os grupos mais vulneráveis, apresentando maior risco de complicações respiratórias. Além disso, pesquisas apontam que locais de trabalho com má ventilação e presença de mofo podem gerar afastamentos e queda de produtividade.

A médica destaca que as condições que favorecem o aparecimento do mofo incluem casas mais fechadas, aumento da umidade do ar, acúmulo de mofo em paredes e armários, além de ambientes com pouca ventilação e baixa entrada de luz. “É comum que os sintomas piorem dentro de casa e melhorem ao sair, justamente por causa da concentração desses agentes no ambiente interno”, comenta a especialista.

Os sintomas mais frequentes são espirros, coriza, obstrução nasal e irritação nos olhos com coceira. A médica ressalta que o cheiro característico de mofo e as paredes manchadas são sinais claros da presença do problema.

Para prevenir, a especialista recomenda medidas simples, mas eficazes: “Abrir janelas para manter a casa ventilada, evitar o acúmulo de umidade, limpar regularmente as áreas com mofo, evitar tapetes e cortinas pesadas e, se possível, usar desumidificadores”.

Quanto aos cuidados médicos, a Dra. Juliana orienta a lavagem nasal diária com soro fisiológico e o uso de corticoides nasais. Em casos mais severos, a imunoterapia pode ser indicada. “É fundamental procurar atendimento médico se os sintomas persistirem por mais de 10 dias, se houver crises frequentes, chiado no peito ou se a medicação não apresentar melhora”, alerta a especialista.

A médica conclui que o mofo é um inimigo silencioso que se intensifica no período chuvoso, e que para atender a essa demanda crescente, a Clínica Acadêmica Afya Marabá oferece consultas gratuitas e de qualidade em diversas especialidades, incluindo pneumologia, clínica médica, ginecologia, odontologia, dermatologia, ortopedia, cardiologia, psicologia, nutrição e pediatria, que lidera o ranking de buscas, superando o número de 700 atendimentos apenas nos meses de fevereiro e março.

De acordo com a Coordenadora do Ambulatório, a Enfermeira Rossane Cerqueira Carvalho, todos os atendimentos são realizados por médicos especialistas que supervisionam os alunos, garantindo segurança, acolhimento e atendimento humanizado. “O espaço é estruturado para receber a comunidade com conforto e responsabilidade, e as demandas são atendidas de acordo com as vagas disponíveis, seja por agendamento direto ou encaminhamento pelo SUS. Assim, a clínica cumpre seu papel social e acadêmico, oferecendo cuidado integral à população de Marabá e região, especialmente em períodos críticos como o chuvoso, quando os problemas respiratórios se intensificam”, conclui a coordenadora.

O Ambulatório da Afya Marabá fica localizado na Rodovia Transamazônica, bairro Amapá, às proximidades do Centro de Saúde Pedro Cavalcante. Os atendimentos acontecem de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, e aos sábados, das 8h às 12h.

Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior, 33 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.653 vagas de Medicina aprovadas e 3.543 vagas de medicina em operação, com mais de 24 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz do ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br

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