Correio de Carajás

Igrejas se adaptam à pandemia e entregam até ceia em casa

Igrejas funcionam com metade da capacidade em Parauapebas/ Imagens: Davi Andrade
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Em Parauapebas, como em outras regiões do Brasil, as igrejas precisaram se adaptar aos tempos de pandemia de coronavírus para continuarem oferecendo apoio espiritual aos fiéis. As noites de domingo, por exemplo, tradicionalmente o horário de muitas famílias seguirem para missas e cultos, atualmente são menos movimentadas, graças às medidas de prevenção que incluem o isolamento social e, consequentemente, a redução da capacidade total dos prédios.

“Desde que o isolamento social iniciou a gente continuou transmitindo cultos ao vivo, pela internet, para os irmãos que estão em casa, e continuamos fazendo as ceias entregando os quites higienizados. Aqueles que não podiam sair de casa recebiam a ceia lá”, explica a bispa Geisiane Soares, da Igreja Nova Chance.

Conforme ela, com a flexibilização recente das medidas, anunciada pelo Governo do Pará, a igreja que tem capacidade para 200 membros passou a receber 100 seguidores. Além da ocupação menor, outros cuidados são redobrados. “Tem álcool em gel, desde a entrada e em todos os lugares da igreja, até nos banheiros. Cobramos também a utilização de máscara, falamos todo o tempo, distribuímos sinalizadores informando às pessoas para estarem com as máscaras”, diz.

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A bispa acrescenta que as pessoas não precisam ter medo de estarem na presença do Senhor, nas igrejas, porque são tomados todos os cuidados, pelo menos na unidade liderada por ela. “Estamos fazendo o melhor pra que a gente viva em segurança e o outro possa, através de mim, não ser prejudicado, então a gente tem esse cuidado social e físico todo o tempo”, afirma, acrescentando que não tem sido fácil, mas todos colaboram.

“Os irmãos daqui não têm resistência aos cuidados, mas às vezes chega um visitante, alguém novo, que deixa a máscara em casa, mas sempre que alguém esquece temos as descartáveis e oferecemos para aquele que não trouxe, para a gente estar se protegendo”, finaliza. (Luciana Marschall – com informações de Ítalo Almeida)

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