Correio de Carajás

Homem morre ao cair de ladeira em Parauapebas

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Joaquim Lima Trajano Neto, de 51 anos, morreu ao escorregar e cair de uma ladeira no Residencial Alto Bonito, em Parauapebas. Ele bateu com a cabeça no meio fio. Joaquim Trajano ainda foi socorrido e levado para o Hospital Municipal de Parauapebas, mas não resistiu aos graves ferimentos e veio a óbito.

O acidente aconteceu por volta de 9 horas do último sábado, 20, próximo ao Bloco 33, onde a vítima morava. Segundo testemunhas, Joaquim escorregou ao pisar na grama e caiu da ladeira, com a cabeça no meio fio, tendo traumatismo craniano e perfuração do pulmão.

Vagner Pinto aponta onde a vítima caiu

Segundo o presidente da Associação do Residencial, Kennedy Modesto Pereira, o médico que o atendeu fez de tudo para salvá-lo, mas ele teve duas paradas cardiorrespiratórias e veio a óbito por volta de 14h30. “Infelizmente os ferimentos que ele teve foram graves e ele acabou morrendo”, lamenta Kennedy.

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Ele observa que as ladeiras e depressões que existem no residencial, construído em uma área de morro, são armadilhas mortais. “Aqui já teve vários acidentes com crianças, que caíram e quebraram as pernas e braços. Agora, foi esse senhor, que infelizmente vaio a falecer”, diz o representante dos moradores, que pede à Secretaria Municipal de Habitação que coloque grades de proteção ao longo das ladeiras, para evitar mais tragédias.


Joaquim Lima Trajano Neto ainda foi socorrido, mas não resistiu

“Tem partes que a altura das ladeiras chega a quase sete metros de altura. Uma criança ou qualquer pessoa caindo daí é risco de morte na certa”, frisa Kennedy, observando que o residencial apresenta outros problemas, como falta de segurança.

Morador do residencial, Vagner Pinto também reclama da falta de proteção ao longo das depressões que existem entre um bloco e outro. Como é um morro, para fazer a construção dos blocos as rochas foram cortadas e há desnível de um conjunto de blocos a outro.

“Pedimos a quem for responsável pelo residencial que coloque grades de proteção porque aqui ainda vai acontecer mais mortes, se nada for feito. Se a pessoa escorregar, vai descer ladeira abaixo, porque não tem onde se segurar”, afirmou Vagner.  (Tina Santos – com informações de Ronaldo Modesto)

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