📅 Publicado em 30/11/2025 17h46✏️ Atualizado em 30/11/2025 17h47
Francisco Moreno Silva, de 42 anos, também conhecido pelos apelidos “Gordo” ou “Chicão”, foi preso pela Polícia Civil em Curionópolis na tarde de quinta-feira (28). A detenção ocorreu após ele ser flagrado por porte ilegal de arma de fogo. Durante a verificação de seus dados, os policiais descobriram um mandado de prisão definitiva expedido contra ele pela Justiça do Maranhão.
Ao consultarem os sistemas de segurança, os investigadores constataram que Francisco era procurado pela 1ª Vara de Execuções Penais de São Luís (TJMA).
O mandado se refere a uma condenação definitiva pelo crime de roubo circunstanciado, com uma pena remanescente de 12 anos e 4 meses a ser cumprida em regime semiaberto. A ordem judicial, válida até 18 de julho de 2034, determina seu encaminhamento ao Centro de Observação, Criminologia e Triagem de São Luís (MA).
Leia mais:Após o cumprimento do mandado, a Polícia Civil realizou os procedimentos legais e comunicou a prisão ao Poder Judiciário. Francisco permanece detido e à disposição da Justiça.
No domingo (30), ele necessitou de atendimento médico no Hospital Municipal de Parauapebas devido a um ferimento no pé, sendo reconduzido à unidade prisional logo em seguida.
Extenso histórico criminal
Francisco Moreno Silva já possui um longo histórico de envolvimento com o crime. Em 2015, ele foi preso durante uma operação policial em Açailândia (MA), na qual foi apreendida uma metralhadora antiaérea calibre .30, de uso exclusivo das Forças Armadas, além de 200 munições. Segundo informações divulgadas pelo portal G1 na época, ele tentava fugir para Fortaleza (CE) em um ônibus e portava uma pistola 9 mm carregada. A polícia informou que o armamento pesado seria utilizado em um assalto na cidade de Grajaú (MA).
Um ano antes, em 2014, Francisco foi alvo de outra prisão em uma ação conjunta da Secretaria Adjunta de Inteligência e Assuntos Estratégicos (Saie) de Imperatriz e da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) do Maranhão. Na ocasião, os investigadores relataram que sua identificação foi possível porque ele utilizava um documento de identidade falso no momento da abordagem.
O investigado também possui antecedentes criminais no estado do Tocantins e já havia sido condenado pelo assalto à agência do Banco do Brasil de Santa Luzia (MA), ocorrido em 2009. Conforme publicado pelo G1, ele também era apontado como participante de outros roubos a bancos na região.
