Correio de Carajás

Facebook classifica usuários por confiabilidade de denúncias

Foto: reprodução
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O Facebook classifica usuários que denunciam publicações como “notícias falsas”, atribuindo maior ou menor pesos à sua confiabilidade. O sistema da rede social dá uma nota maior àquelas pessoas autoras de uma denúncia de um conteúdo que depois foi confirmado por agências de checagem. Já os autores de questionamentos não endossados na análise da rede social teriam um impacto no seu grau de confiabilidade.

Segundo a gerente de produto responsável pelas estratégias de combate à desinformação da empresa, Tessa Lyons, a nota dada aos usuários não é um indicador absoluto, mas uma referência usada para avaliar denúncias de posts enviadas pelos usuários. A medida estaria relacionada à preocupação de haver pessoas apontando mensagens como falsas por discordar do conteúdo ou da fonte da informação. A informação foi dada pela executiva em entrevista ao jornal The Washington Post, dos Estados Unidos.

Segundo o escritório do Facebook no Brasil, a classificação é utilizada para evitar o uso indevido da ferramenta de denúncia. “Estamos desenvolvemos um processo para proteger nossa comunidade de pessoas que denunciam de forma indiscriminada conteúdos como sendo falsos na tentativa de burlar as regras da plataforma. Fazemos isso para ter certeza de que nossa luta contra a desinformação seja mais efetiva”, afirmou a empresa por meio de sua assessoria.

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A denúncia de posts é uma das ferramentas disponibilizadas pela plataforma para identificar desinformação. Ela é um dos canais utilizados para análise realizada por sistemas informatizados, por equipes responsáveis pela avaliação de textos com indícios de problemas ou por agências de checagem de fato parceiras. A empresa, contudo, afirma que não remove uma publicação por ser uma “notícia falsa”, mas pode reduzir seu alcance.

“Não é incomum pessoas nos dizerem que algo é falso simplesmente porque discordam da premissa de um artigo ou estão intencionalmente visando um veículo”, afirmou Lyons ao jornal.  (Agência Brasil)

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