Rios de Encontro, o projeto eco-cultural e socioeducativo enraizado na comunidade Cabelo Seco, entrou no seu décimo ano no mês de janeiro deste ano com duas semanas de diálogos preliminares com parceiros potenciais na Alemanha para conseguir 40 mil placas solares solidárias, doadas por redes eco-pedagógicas europeias e do mundo. A ideia é apoiada pelos jovens artistas do projeto, que estão se preparando para participar do Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA), em Brasília, e sua segunda década no projeto. 

TH SISTEMAS
HOME DESTAQUE
gasparim
ALICERCE

De volta da Europa na última passada, o coordenador eco-pedagógico do projeto, Dan Baron, elogiou o compromisso das redes e projetos que encontrou. “Apesar de tempestades inéditas que paralisaram os trens, passei cinco dias na cidade verde de Frankfurt, de Bonn (que inventou a placa solar) para apresentar Marabá como referência potencial na educação pela sustentabilidade, e de Berlim, onde encontrei a vice-reitora da Universidade das Artes, onde realizei uma palestra no final de uma marcha de 35 mil ambientalistas pelo ‘bem viver’”.

Dan diz que escutou banqueiros, políticos, professores, artistas e empresários. “Aprendi que para conseguir e proteger 40.000 placas solares solidárias, teremos de usar uma estratégia de colaboração, principalmente entre escolas em cidades gêmeas. Assim, o projeto ficará enraizado na formação de crianças e jovens que educarão suas famílias e contagiarão suas associações de moradores e espaços comunitários. Marabá precisa entender que, além de economizar, energia solar abastece a qualidade de vida”.

Dan Baron observa que milhares de placas poderiam ser doadas por multinacionais e talvez alcançaria a meta do projeto mais rapidamente. Mas para gerar a consciência para proteger as placas e inspirar a busca comunitária pela justiça climática e social, que garante bem viver para todos, “vamos conectar professores, alunos e famílias com seus pares, professores e alunos lá fora, em troca de saberes populares. Cada escola em Marabá torna-se um laboratório vivo pela sustentabilidade integral. O curriculum inteiro passa pelas necessidades mundiais atuais de entender e cuidar da vida sustentável. Isso é eco-pedagogia na prática”, celebra Dan.

Vídeos dos jovens artistas de Cabelo Seco sobre sua bicirádio solar e dança com percussão afro-contemporânea sobre a Amazônia em risco inspiraram a Aliança Climática a consultar sua rede de 1.700 membros municipais em 26 países na Europa sobre a proposta de colaboração com Marabá.

Motivaram a Rede de Educação Ambiental Sustentável a convidar escolas da Velha Marabá a participarem virtualmente de um festival de jogos solares em junho deste ano. “A UNESCO-Alemanha está pronta para reconhecer Marabá como uma cidade verde exemplar, se a Prefeitura tiver a coragem e a visão de abraçar a sustentabilidade e repensar os mega-projetos planejados para a região”.

Na avaliação de Dan Baron, o governo Temer surpreendeu o mundo no dia 2 de janeiro com a decisão inesperada de cancelar a construção de todas as hidrelétricas planejadas para a Amazônia, por motivos ecológicos, sociais e financeiros. “Mas a ameaçada privatização da matriz energética e dos rios no Brasil preocupa o mundo. Uma Marabá verde, ‘ensolarizada’ tornará cada um de nós guardião do futuro”, prevê Dan.

Mais informação sobre o projeto Rios de Encontro podem ser obtidas com Manoela Souza pelo Whatsapp 91-98847-8021.

 (Divulgação)

Rios de Encontro, o projeto eco-cultural e socioeducativo enraizado na comunidade Cabelo Seco, entrou no seu décimo ano no mês de janeiro deste ano com duas semanas de diálogos preliminares com parceiros potenciais na Alemanha para conseguir 40 mil placas solares solidárias, doadas por redes eco-pedagógicas europeias e do mundo. A ideia é apoiada pelos jovens artistas do projeto, que estão se preparando para participar do Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA), em Brasília, e sua segunda década no projeto. 

De volta da Europa na última passada, o coordenador eco-pedagógico do projeto, Dan Baron, elogiou o compromisso das redes e projetos que encontrou. “Apesar de tempestades inéditas que paralisaram os trens, passei cinco dias na cidade verde de Frankfurt, de Bonn (que inventou a placa solar) para apresentar Marabá como referência potencial na educação pela sustentabilidade, e de Berlim, onde encontrei a vice-reitora da Universidade das Artes, onde realizei uma palestra no final de uma marcha de 35 mil ambientalistas pelo ‘bem viver’”.

Dan diz que escutou banqueiros, políticos, professores, artistas e empresários. “Aprendi que para conseguir e proteger 40.000 placas solares solidárias, teremos de usar uma estratégia de colaboração, principalmente entre escolas em cidades gêmeas. Assim, o projeto ficará enraizado na formação de crianças e jovens que educarão suas famílias e contagiarão suas associações de moradores e espaços comunitários. Marabá precisa entender que, além de economizar, energia solar abastece a qualidade de vida”.

Dan Baron observa que milhares de placas poderiam ser doadas por multinacionais e talvez alcançaria a meta do projeto mais rapidamente. Mas para gerar a consciência para proteger as placas e inspirar a busca comunitária pela justiça climática e social, que garante bem viver para todos, “vamos conectar professores, alunos e famílias com seus pares, professores e alunos lá fora, em troca de saberes populares. Cada escola em Marabá torna-se um laboratório vivo pela sustentabilidade integral. O curriculum inteiro passa pelas necessidades mundiais atuais de entender e cuidar da vida sustentável. Isso é eco-pedagogia na prática”, celebra Dan.

Vídeos dos jovens artistas de Cabelo Seco sobre sua bicirádio solar e dança com percussão afro-contemporânea sobre a Amazônia em risco inspiraram a Aliança Climática a consultar sua rede de 1.700 membros municipais em 26 países na Europa sobre a proposta de colaboração com Marabá.

Motivaram a Rede de Educação Ambiental Sustentável a convidar escolas da Velha Marabá a participarem virtualmente de um festival de jogos solares em junho deste ano. “A UNESCO-Alemanha está pronta para reconhecer Marabá como uma cidade verde exemplar, se a Prefeitura tiver a coragem e a visão de abraçar a sustentabilidade e repensar os mega-projetos planejados para a região”.

Na avaliação de Dan Baron, o governo Temer surpreendeu o mundo no dia 2 de janeiro com a decisão inesperada de cancelar a construção de todas as hidrelétricas planejadas para a Amazônia, por motivos ecológicos, sociais e financeiros. “Mas a ameaçada privatização da matriz energética e dos rios no Brasil preocupa o mundo. Uma Marabá verde, ‘ensolarizada’ tornará cada um de nós guardião do futuro”, prevê Dan.

Mais informação sobre o projeto Rios de Encontro podem ser obtidas com Manoela Souza pelo Whatsapp 91-98847-8021.

 (Divulgação)

PIZZARIA O SEGREDO DO CHEFF
ROMANCE FAVORITA
DEPNEUS
RADIO CORREIO HORIZONTAL