O projeto socioeducativo e eco cultural, Rios de Encontro, enraizado em Cabelo Seco desde 2008, encerrou seu 6º Festival Beleza Amazônica com uma noite cultural que ensejou a realização da 1ª Mostra de Vídeos Comunitários e lançou três novos projetos, encerrando com uma noite de festas para os jovens da comunidade do Bairro Cabelo Seco e um dia de reflexão com a coordenação do projeto Rios de Encontro em preparação ao calendário de eventos para 2018.

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A última semana do festival celebrou a instalação das primeiras quatro  placas solares do projeto Marabá Bem Viver na semana passada e a publicação do poema ‘Somos Beleza Amazônica’ nas redes sociais e no outdoor na pracinha do Cabelo Seco, lançando o novo projeto Poesia na Rua.

Na noite cultural realizada na sexta-feira (15), uma plateia formada em sua maioria por jovens assistiu performances do Teatro Folhas da Vida, sob a coordenação de Alanes Yanca, do Coletivo AfroRaiz, Cia de dança AfroMundi, coordenada por Camylla Alves e Lorena Melissa, Cia AfroMundi Juvenil, coordenada por Camylla Alves e a mostra de dez vídeos comunitários do Coletivo Rabetas Vídeos, projeto coordenado por Rerivaldo Mendes.

Dezenas de moradores da comunidade assistiram as vários vídeos que celebraram um ano bastante produtivo em que foram realizados três festivais, oito residências artísticas, um fórum internacional, 62 apresentações, além do retorno inesperado do rapper Fábio Junior, que participou, bem no início, do projeto Latinhas de Quintal.

“Depois das últimas semanas de grandes apresentações, esperávamos um público bem maior. Mas hoje a questão é como motivar pessoas viciadas em tecnologia a sair de casa para prestigiar um evento popular. Até os criadores de redes como Facebook, Instagram e WhatsAap estão preocupados com os efeitos dissociativos que o uso exagerado desses mecanismos causam nas pessoas, sem contar que exploram e lucram encima de nossas vulnerabilidades”, analisa Évany Valente, coordenadora do projeto Violões em Roda.

A transformação do celular em um instrumento de crítica social é o foco principal do projeto Redes de Criatividade 2018, testado no concurso Minha Rua, Minha Vida, cujos resultados foram publicados na 1ª Mostra de Vídeos Comunitários. “Fiquei feliz com a recepção dos primeiros vídeos juvenis de até 2 minutos. Com filmadoras populares e celulares, jovens do Cabelo Seco revelaram muito talento e diversidade de interesse. No ano que vem, eles vão trocar vídeos com comunidades de outras regiões do Brasil e organizar um Encontro Nacional de Jovens Vídeomakers para conversar sobre o aumento da impaciência, agressividade, depressão e suicídio entre os jovens, além do colapso de motivação social e ameaça aos direitos humanos de todos.”

Quem estiver interessado em obter mais informações sobre os projetos ‘Redes de Criatividade’ e ‘Marabá Bem Viver’ pode procurar por Manoela Souza através do WhatsAap (91) 98847-8021. 

(Divulgação)

O projeto socioeducativo e eco cultural, Rios de Encontro, enraizado em Cabelo Seco desde 2008, encerrou seu 6º Festival Beleza Amazônica com uma noite cultural que ensejou a realização da 1ª Mostra de Vídeos Comunitários e lançou três novos projetos, encerrando com uma noite de festas para os jovens da comunidade do Bairro Cabelo Seco e um dia de reflexão com a coordenação do projeto Rios de Encontro em preparação ao calendário de eventos para 2018.

A última semana do festival celebrou a instalação das primeiras quatro  placas solares do projeto Marabá Bem Viver na semana passada e a publicação do poema ‘Somos Beleza Amazônica’ nas redes sociais e no outdoor na pracinha do Cabelo Seco, lançando o novo projeto Poesia na Rua.

Na noite cultural realizada na sexta-feira (15), uma plateia formada em sua maioria por jovens assistiu performances do Teatro Folhas da Vida, sob a coordenação de Alanes Yanca, do Coletivo AfroRaiz, Cia de dança AfroMundi, coordenada por Camylla Alves e Lorena Melissa, Cia AfroMundi Juvenil, coordenada por Camylla Alves e a mostra de dez vídeos comunitários do Coletivo Rabetas Vídeos, projeto coordenado por Rerivaldo Mendes.

Dezenas de moradores da comunidade assistiram as vários vídeos que celebraram um ano bastante produtivo em que foram realizados três festivais, oito residências artísticas, um fórum internacional, 62 apresentações, além do retorno inesperado do rapper Fábio Junior, que participou, bem no início, do projeto Latinhas de Quintal.

“Depois das últimas semanas de grandes apresentações, esperávamos um público bem maior. Mas hoje a questão é como motivar pessoas viciadas em tecnologia a sair de casa para prestigiar um evento popular. Até os criadores de redes como Facebook, Instagram e WhatsAap estão preocupados com os efeitos dissociativos que o uso exagerado desses mecanismos causam nas pessoas, sem contar que exploram e lucram encima de nossas vulnerabilidades”, analisa Évany Valente, coordenadora do projeto Violões em Roda.

A transformação do celular em um instrumento de crítica social é o foco principal do projeto Redes de Criatividade 2018, testado no concurso Minha Rua, Minha Vida, cujos resultados foram publicados na 1ª Mostra de Vídeos Comunitários. “Fiquei feliz com a recepção dos primeiros vídeos juvenis de até 2 minutos. Com filmadoras populares e celulares, jovens do Cabelo Seco revelaram muito talento e diversidade de interesse. No ano que vem, eles vão trocar vídeos com comunidades de outras regiões do Brasil e organizar um Encontro Nacional de Jovens Vídeomakers para conversar sobre o aumento da impaciência, agressividade, depressão e suicídio entre os jovens, além do colapso de motivação social e ameaça aos direitos humanos de todos.”

Quem estiver interessado em obter mais informações sobre os projetos ‘Redes de Criatividade’ e ‘Marabá Bem Viver’ pode procurar por Manoela Souza através do WhatsAap (91) 98847-8021. 

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