Correio de Carajás

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A memória preservada em acervo

O filósofo anarquista Pierre-Joseph Proudhon disse certa vez que os jornais são os cemitérios das ideias. Só que não é de cemitérios que vamos tratar aqui, mas de memória. Mais especificamente, a memória do jornal Correio que sobrevive no único [e talvez] maior acervo histórico do interior do Pará, o da Fundação Casa da Cultura

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Um jornal de muitas histórias

Minha trajetória no jornal Correio – antes, do Tocantins; hoje, de Carajás – sempre foi encarada como um enriquecedor desafio profissional. E disso é testemunha Mascarenhas Carvalho, o homem que o fundou e dirigiu por mais de duas décadas. Não era fácil produzir e editar um jornal que, com notícias de Marabá e de todo

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O Jornal como agente do tempo

O impresso tanto é importante pelo se conteúdo quanto pela sua forma, pois indica mais do que notícias, indica as condições materiais de produção que é possível em cada período de nossa história. Quem faz essa afirmação é o historiador Erinaldo Cavalcanti, professor doutor da Unifesspa – Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará.

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O jornal como peça processual

Não é apenas nas pesquisas históricas que o jornal serve como fonte, o jornal impresso também é utilizado fortemente como peça informativa em processos judiciais, como explica o advogado Haroldo Gaia, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção Marabá. Segundo ele, os jornais são peças importantes dentro de processos que investigam, por exemplo,

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