Correio de Carajás

Diógenes Samaritano tenta deixar presídio alegando estar com suspeita de Covid-19

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A juíza Adriana Karla Diniz Gomes da Costa, titular da 1ª Vara Criminal de Parauapebas, negou na quarta-feira (6) pedido reiterado de conversão da prisão preventiva em prisão domiciliar com monitoramento eletrônico formulado por Diógenes dos Santos Samaritano. O agente do Detran é acusado de feminicídio praticado contra a companheira, Dayse Dyana Souza e Silva, em março do ano passado.

Diógenes alega estar doente, com vulnerabilidade imunológica e possibilidade de ter contraído Covid-19. A magistrada afirma, que ao analisar a Petição, não foi possível visualizar a efetividade de fatos novos.

Conforme ela, no parecer de saúde apresentado não consta que ele apresentasse febre ou dificuldade para respirar. “Não foi apresentado provas de que o requerente foi diagnosticado com o vírus COVID-19, nem mesmo que está com fundadas suspeitas. Diante disso, não foi apresentado fatos novos capazes de mudar a decisão anterior”, afirma.

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Em 7 de abril a juíza indeferiu pedido de substituição da Prisão Preventiva por Medidas Cautelares Diversas da Prisão ou Prisão Domiciliar. O Ministério Público manifestou pelo indeferimento tendo em vista a gravidade dos crimes que lhe foram atribuídos.

Em fevereiro deste ano, a Seção de Direito Penal do Tribunal de Justiça, sob a presidência do desembargador Leonam Gondim da Cruz Júnior, negou pedido de liberdade em habeas corpus a Diógenes Samaritano.

A companheira de Diógenes foi arremessada de uma janela do segundo andar da casa onde o casal residia e onde estava também o filho dos dois, de apenas 2 anos, em Parauapebas. Samaritano é agente do Detran e está preso desde o dia que o crime ocorreu, em 31 de março de 2019. Atualmente, está recolhido no Centro de Recuperação Anastácio das Neves (Crecan), Região Metropolitana de Belém.

Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado do Pará, o agente sustenta que a vítima teria cometido suicídio, o que foi descartado com base nos laudos periciais. Além disso, uma testemunha afirma que na véspera do crime Diógenes teria agredido a mulher em um shopping, mesmo dia em que foi publicada sentença que o condenava por ameaça e lesões corporais contra ela. (Luciana Marschall)

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