Correio de Carajás

De badminton a BMX, Virada fez mix de atividades esportivas

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Marabá não é só futebol. A galera do BMX que o diga. Ela agitou o primeiro dia da Virada Esportiva, no Stop Todde, na Folha 29, com uma série de manobras radicais em cima de bicicletas na tarde de sábado, atraindo olhares curiosos a cada pulo. O evento é organizado pela Amesp, uma instituição que busca promover diversas modalidades esportivas na região.

E como em quase todos os esportes o atleta tem que repetir o mesmo movimento exaustivamente até chegar no ponto desejado. A galera do BMX não guarda energia e salta diversas vezes para poder acertar aquela manobra irada.

Você pensa que é fácil? Esse pessoal acaba até se machucando por conta das quedas. Mas nada que eles não possam superar, dar a volta por cima e fazer de novo até acertar.

Leia mais:

O atleta Benício Júnior era um dos que mais se destacavam no BMX durante a demonstração na Virada Esportiva. O nome BMX é uma gíria que abrevia Bicycle Motocross -, o esporte está entre os mais radicais praticados com bicicleta e tomou corpo ao passo que seus praticantes criavam manobras e as colocavam em prática em diferentes terrenos.

A vida por um fio

Criado nos EUA nos anos 1980, o slackline (que em inglês significa “fita folgada”) é muito praticado por skatistas e surfistas para treinar o equilíbrio e fortalecer a musculatura do corpo, mas vem ganhando cada vez mais adeptos em Marabá. Eles buscam os benefícios que esse esporte proporciona.

O objetivo é ir de uma ponta a outra sem cair. Mas como nada na vida é fácil, o praticante desse esporte tem de encarar o trajeto em cima de uma fita estreita e flexível de náilon. Geralmente são 8 metros de linha a 30 centímetros de distância do chão, mas os mais habilidosos chegam a fazer truques em cima da corda bamba em grandes alturas. Assim é o slackline.

Na Virada Esportiva, no Stop Todde, o piso foi preparado no improviso, forrado com colchões. era comum ver gente de todas as idades, com os pés descalços, arriscando uma voltinha na fita.

Os atletas esperam que o esporte cresça ainda mais e inclua novos adeptos depois desse evento – mas não houve quase público para assistir. Eles entendem que a visibilidade pode gerar novas oportunidades.

Badminton tem os seus

Pouca gente sabe, mas o Brasil tem o melhor jogador das Américas no badminton. Esporte em evolução no país e que ganha cada vez mais seguidores na nossa cidade.

Para Marcelo Campos, que começou a praticar badminton há quase um ano, o encanto com o esporte foi imediato. “Eu mesmo estou particularmente promovendo este esporte em nossa cidade, que com certeza é compartilhado pelos colegas. Quem sabe, não muito distante, teremos em Marabá grandes atletas do badminton, e este é meu sonho particular”, comenta.

O Badminton é um esporte muito parecido com o tênis, porém, no lugar de uma bola utiliza-se uma espécie de peteca. É praticado um contra um ou em duplas. Utiliza-se uma raquete e uma peteca (chamada de volante ou birdie). A quadra ou campo, onde este jogo é praticado, possui o formato retangular (13,4 metros de comprimento por 6,1 de largura). No meio da quadra é colocada uma rede de 6,10 metros de comprimento e 75 cm de altura. Esta rede fica presa nas extremidades por dois postes de metal que medem 1,55 metros.

O objetivo do jogo é fazer com que a peteca toque o campo do adversário, passando por cima da rede. Quando isto acontece é contabilizado um ponto. Quando o jogador joga a peteca para fora da quadra, o ponto é contabilizado para o adversário. O jogo é dividido em três games de 15 pontos. O jogo é vencido pelo jogador ou dupla que ganhar dois ou três games (sets). Os jogos individuais femininos são realizados em três games de 11 pontos.

No rumo certo

Heriomar Pereira, coordenador da Virada Esportiva, reconhece que o público não foi o esperado, principalmente no domingo. Todavia, afirma que não vai desistir e que tudo está apenas começando. “O objetivo foi alcançado, que era unir as modalidades em um só evento, mesmo enfrentando adversidades de várias naturezas. “Podemos afirmar que fizermos a 1ª Virada Esportiva de Marabá, e agora vamos fortalecer a entidade e trabalhar em prol dos esportes da nossa cidade”, avaliou na noite de domingo. (Márcio Aquino)

 

Marabá não é só futebol. A galera do BMX que o diga. Ela agitou o primeiro dia da Virada Esportiva, no Stop Todde, na Folha 29, com uma série de manobras radicais em cima de bicicletas na tarde de sábado, atraindo olhares curiosos a cada pulo. O evento é organizado pela Amesp, uma instituição que busca promover diversas modalidades esportivas na região.

E como em quase todos os esportes o atleta tem que repetir o mesmo movimento exaustivamente até chegar no ponto desejado. A galera do BMX não guarda energia e salta diversas vezes para poder acertar aquela manobra irada.

Você pensa que é fácil? Esse pessoal acaba até se machucando por conta das quedas. Mas nada que eles não possam superar, dar a volta por cima e fazer de novo até acertar.

O atleta Benício Júnior era um dos que mais se destacavam no BMX durante a demonstração na Virada Esportiva. O nome BMX é uma gíria que abrevia Bicycle Motocross -, o esporte está entre os mais radicais praticados com bicicleta e tomou corpo ao passo que seus praticantes criavam manobras e as colocavam em prática em diferentes terrenos.

A vida por um fio

Criado nos EUA nos anos 1980, o slackline (que em inglês significa “fita folgada”) é muito praticado por skatistas e surfistas para treinar o equilíbrio e fortalecer a musculatura do corpo, mas vem ganhando cada vez mais adeptos em Marabá. Eles buscam os benefícios que esse esporte proporciona.

O objetivo é ir de uma ponta a outra sem cair. Mas como nada na vida é fácil, o praticante desse esporte tem de encarar o trajeto em cima de uma fita estreita e flexível de náilon. Geralmente são 8 metros de linha a 30 centímetros de distância do chão, mas os mais habilidosos chegam a fazer truques em cima da corda bamba em grandes alturas. Assim é o slackline.

Na Virada Esportiva, no Stop Todde, o piso foi preparado no improviso, forrado com colchões. era comum ver gente de todas as idades, com os pés descalços, arriscando uma voltinha na fita.

Os atletas esperam que o esporte cresça ainda mais e inclua novos adeptos depois desse evento – mas não houve quase público para assistir. Eles entendem que a visibilidade pode gerar novas oportunidades.

Badminton tem os seus

Pouca gente sabe, mas o Brasil tem o melhor jogador das Américas no badminton. Esporte em evolução no país e que ganha cada vez mais seguidores na nossa cidade.

Para Marcelo Campos, que começou a praticar badminton há quase um ano, o encanto com o esporte foi imediato. “Eu mesmo estou particularmente promovendo este esporte em nossa cidade, que com certeza é compartilhado pelos colegas. Quem sabe, não muito distante, teremos em Marabá grandes atletas do badminton, e este é meu sonho particular”, comenta.

O Badminton é um esporte muito parecido com o tênis, porém, no lugar de uma bola utiliza-se uma espécie de peteca. É praticado um contra um ou em duplas. Utiliza-se uma raquete e uma peteca (chamada de volante ou birdie). A quadra ou campo, onde este jogo é praticado, possui o formato retangular (13,4 metros de comprimento por 6,1 de largura). No meio da quadra é colocada uma rede de 6,10 metros de comprimento e 75 cm de altura. Esta rede fica presa nas extremidades por dois postes de metal que medem 1,55 metros.

O objetivo do jogo é fazer com que a peteca toque o campo do adversário, passando por cima da rede. Quando isto acontece é contabilizado um ponto. Quando o jogador joga a peteca para fora da quadra, o ponto é contabilizado para o adversário. O jogo é dividido em três games de 15 pontos. O jogo é vencido pelo jogador ou dupla que ganhar dois ou três games (sets). Os jogos individuais femininos são realizados em três games de 11 pontos.

No rumo certo

Heriomar Pereira, coordenador da Virada Esportiva, reconhece que o público não foi o esperado, principalmente no domingo. Todavia, afirma que não vai desistir e que tudo está apenas começando. “O objetivo foi alcançado, que era unir as modalidades em um só evento, mesmo enfrentando adversidades de várias naturezas. “Podemos afirmar que fizermos a 1ª Virada Esportiva de Marabá, e agora vamos fortalecer a entidade e trabalhar em prol dos esportes da nossa cidade”, avaliou na noite de domingo. (Márcio Aquino)

 

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