Correio de Carajás

Chuva atrasa manifestação de profissionais da noite em Marabá

O ponto de encontro seria nesta praça, na entrada da Marabá Pioneira / Foto: Weliton Moreira
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Está prometida para acontecer na manhã desta terça-feira (9), uma manifestação promovida pela Associação de Bares, Conveniências, Casas Noturnas, Distribuidoras, Músicos e Similares na entrada do Núcleo Marabá Pioneira, no Centro de Esportes e Lazer Paulo Marabá. A categoria reivindica da Prefeitura de Marabá algum suporte, já que os profissionais da noite não podem atuar devido aos decretos estadual e municipal.

Porém, a cidade amanheceu “debaixo” de chuva e a manifestação, que começaria por volta de 8 horas, até o momento não iniciou. Segundo o presidente da Associação, Jader Santos, a categoria que participará do ato aguarda o cessar da chuva para protestar.

Os profissionais sairiam da entrada da Velha Marabá, em marcha, até chegar à Secretaria Municipal de Cultura, localizada na Biblioteca Municipal Orlando Lima Lobo, na Praça São Félix.

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Jader informou que um ofício foi enviado pela Associação para a Secult, na última quinta-feira (4), propondo que a verba anualmente utilizada para investir no Carnaval de Marabá fosse transformada em um auxílio emergencial para os profissionais que dependem da vida noturna para sobreviver, como garçons, músicos, donos de bares, promotores de eventos, entre outros.

Já é sabido que em Marabá a Prefeitura cancelou as comemorações de Carnaval devido à pandemia do novo coronavírus e a alta nos casos registrados no município, o que possibilitaria o investimento na proposta da associação. “Até o momento, não obtivemos retorno da Secult, então essa manifestação seria para cobrarmos um retorno”, explica Jader.

O presidente ainda desmentiu os rumores de que a categoria bloquearia o acesso às pontes sobre o Rio Itacaiunas e Tocantins. “Nosso ato será apenas na Velha Marabá, o que pode ocasionar uma lentidão no trânsito. Porém, queremos apenas uma solução para nossa situação”, esclarece.

Sobre o ofício enviado pela Associação, a Secult informou ao Portal Correio que ainda não tem uma definição sobre o assunto. (Zeus Bandeira – Colaboração de Chagas Filho)

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