Correio de Carajás

Caminhada marca Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência em Parauapebas

A Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD) realizou na tarde de ontem, quinta-feira (21), uma caminhada como parte das atividades alusivas a Semana de Luta Pelos Direitos da Pessoa com Deficiência, que começou dia 18 e encerra neste sábado, dia 23. A caminhada, que marcou o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, teve como objetivo abraçar e defender a causa.

A caminhada saiu por volta de 16h30 de frente ao Quartel da Polícia Militar, localizado na Rua F. Várias pessoas portadoras de necessidades especiais participaram da caminhada.

Deficiente visual, Rayfran Pontes nasceu e cresceu vendo o mundo de outra forma. Morador de Parauapebas, ele sabe das dificuldades que enfrenta no município para se locomover, devido à falta de acessibilidade, realidade comum em quase todas as cidades brasileiras.

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Assim como ele, os cadeirantes também sofrem na pele a falta de acessibilidade nas ruas da cidade. Todos os dias, a batalha é a mesma para quem necessita seguir a vida e se locomover pelas vias da capital do minério, como é o caso de Pedro Saraiva, técnico em videomonitoramento.

Ele detalha as dificuldades diárias que enfrenta não só nas ruas, mas também para ter acesso a alguns locais devido à falta de acessibilidade. Para ele e outras pessoas com dificuldade de locomoção, essa data é uma oportunidade de chamar atenção da população e também das autoridades para a causa deles.

Eles lembram que, apesar de alguns avanços, ainda há longo caminho para ser percorrido para que os direitos da classe sejam respeitados em todos os aspectos. O Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência foi instituído pelo Movimento Social em Defesa da categoria em um encontro nacional, em 1982.  Em 2016, o antigo Estatuto da Pessoa com Deficiência virou a lei 13.146, trazendo mudanças em várias áreas e gerando um real avanço na inclusão das pessoas com deficiência na sociedade.

Mas muito ainda precisa ser feito, segundo os defensores das pessoas portadoras de necessidades especiais, para que esses direitos sejam respeitados. (Tina Santos)

A Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD) realizou na tarde de ontem, quinta-feira (21), uma caminhada como parte das atividades alusivas a Semana de Luta Pelos Direitos da Pessoa com Deficiência, que começou dia 18 e encerra neste sábado, dia 23. A caminhada, que marcou o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, teve como objetivo abraçar e defender a causa.

A caminhada saiu por volta de 16h30 de frente ao Quartel da Polícia Militar, localizado na Rua F. Várias pessoas portadoras de necessidades especiais participaram da caminhada.

Deficiente visual, Rayfran Pontes nasceu e cresceu vendo o mundo de outra forma. Morador de Parauapebas, ele sabe das dificuldades que enfrenta no município para se locomover, devido à falta de acessibilidade, realidade comum em quase todas as cidades brasileiras.

Assim como ele, os cadeirantes também sofrem na pele a falta de acessibilidade nas ruas da cidade. Todos os dias, a batalha é a mesma para quem necessita seguir a vida e se locomover pelas vias da capital do minério, como é o caso de Pedro Saraiva, técnico em videomonitoramento.

Ele detalha as dificuldades diárias que enfrenta não só nas ruas, mas também para ter acesso a alguns locais devido à falta de acessibilidade. Para ele e outras pessoas com dificuldade de locomoção, essa data é uma oportunidade de chamar atenção da população e também das autoridades para a causa deles.

Eles lembram que, apesar de alguns avanços, ainda há longo caminho para ser percorrido para que os direitos da classe sejam respeitados em todos os aspectos. O Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência foi instituído pelo Movimento Social em Defesa da categoria em um encontro nacional, em 1982.  Em 2016, o antigo Estatuto da Pessoa com Deficiência virou a lei 13.146, trazendo mudanças em várias áreas e gerando um real avanço na inclusão das pessoas com deficiência na sociedade.

Mas muito ainda precisa ser feito, segundo os defensores das pessoas portadoras de necessidades especiais, para que esses direitos sejam respeitados. (Tina Santos)

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