Correio de Carajás

Bolsonaro diz que não poupará ‘esforços’ para restabelecer democracia na Venezuela

Marcos Corrêa/PR
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (28) que não poupará “esforços” para restabelecer a democracia na Venezuela.

Bolsonaro fez um pronunciamento no Palácio do Planalto ao lado do autodeclarado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, após os dois se reunirem na tarde desta quinta em Brasília.

A Venezuela enfrenta uma profunda crise, e o Brasil considera ilegítimo o mandato de Nicolás Maduro. Dianto disso, reconhece Guidó como presidente interino do país vizinho.

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“Nós não pouparemos esforços dentro – obviamente – da legalidade, da nossa Constituição e de nossas tradições, para que a democracia seja restabelecida na Venezuela. E todos nós sabemos que isso será possível através, não apenas de eleições, mas de eleições limpas e confiáveis”, afirmou o presidente brasileiro.

Antes da Fala de Bolsonaro, Guaidó também fez um pronunciamento no qual afirmou que a “luta” dele por democracia e liberdade na Venezuela é constitucional.

O presidente autodeclarado também disse que o encontro desta quinta no Planalto marca um “novo começo” na relação entre Brasil e Venezuela.

Também nesta quinta, o presidente paraguaio, Mario Abdo Benítez, afirmou em uma rede social que receberá Guaidó nesta sexta (1º), em Assunção.

Crise na Venezuela

O Brasil está entre os países que não reconhecem a legitimidade de Maduro como presidente da Venezuela.

Enquanto Guaidó estava no Planalto, um grupo de pessoas protestava contra a presença do líder oposicionista venezuelano. O grupo estava na Praça dos Três Poderes, em frente ao palácio.

A Venezuela enfrenta uma profunda crise política, econômica e social, com a inflação acima de 1.000.000% ao ano; milhares de pessoas fugindo do país para outras regiões da América do Sul; e líderes da oposição denunciando perseguição política.

Desde janeiro, Bolsonaro considera Guaidó presidente interino do país. Parte da comunidade internacional defende a convocação de novas eleições na Venezuela. (Fonte:G1)

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