Rumo ao velório tosco por um abraço, talvez
Não quero morrer sendo um falecido de morte violenta. Ninguém deseja. Ninguém deseja. Nenhum dos milhares de assassinados, que estão na conta da ausência do Governo do Pará e da Prefeitura de Marabá, queria ter sido arrancado dos seus. Imagino a dor de um amigo. Não, não consigo imaginar. Ter perdido a irmã num latrocínio, […]
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