Correio de Carajás

Ato na Unifesspa pretende internacionalizar denúncias de conflito no campo

Estudantes e docentes da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) e do Instituto Federal do Pará (IFPA) realizam hoje à noite, às 19 horas, um ato denunciando a violência contra trabalhadores do campo no Sul e Sudeste do Pará. A atividade acontece no auditório do Campus I da Unifesspa.

Ontem, quinta-feira (21), representantes da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) e o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Pará, José Neto, visitaram acampamentos palcos de graves conflitos rurais nos últimos meses.

No acampamento Hugo Chávez, localizado na Fazenda Santa Tereza, em Marabá, foram registrados ataques a tiros e um incêndio durante o último final de semana. Os trabalhadores rurais que vivem na ocupação, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), relatam que os ataques partiram de duas caminhonetes ocupadas por vários homens.

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Em Curionópolis, na Fazenda Fazendinha, onde está localizado o Acampamento Frei Henri, foi registrado mais um conflito entre acampados e produtores rurais no último mês. Há um mandado de reintegração de posse desta área expedido a favor do Incra, mas nunca cumprido. 

Conforme os organizadores do ato, ele faz parte da jornada de atividades realizada por instituições e organizações que estão prestando solidariedade às famílias acampadas e denunciado publicamente a violência na região.

Durante a atividade, será lançado um abaixo assinado para solicitar de instituições – como Incra e Ministério Público do Estado do Pará – que atuem resolvendo os conflitos e resguardando a vida das vítimas em potencial.

Conforme os organizadores, a atividade conta com participação de cineastas internacionais e uma deputada do parlamento europeu que está na cidade, conforme divulgado pelo Correio de Carajás nesta semana. O intuito é internacionalizar as denúncias com o intuito de chamar atenção das autoridades para evitar mais mortes.

Na próxima segunda-feira, dia 24, está agendada uma entrevista coletiva pela comissão que organiza a jornada nesta região do estado onde será apresentado o documento com abaixo assinado antes de ser protocolado junto aos órgãos públicos. (Luciana Marschall)

Estudantes e docentes da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) e do Instituto Federal do Pará (IFPA) realizam hoje à noite, às 19 horas, um ato denunciando a violência contra trabalhadores do campo no Sul e Sudeste do Pará. A atividade acontece no auditório do Campus I da Unifesspa.

Ontem, quinta-feira (21), representantes da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) e o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Pará, José Neto, visitaram acampamentos palcos de graves conflitos rurais nos últimos meses.

No acampamento Hugo Chávez, localizado na Fazenda Santa Tereza, em Marabá, foram registrados ataques a tiros e um incêndio durante o último final de semana. Os trabalhadores rurais que vivem na ocupação, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), relatam que os ataques partiram de duas caminhonetes ocupadas por vários homens.

Em Curionópolis, na Fazenda Fazendinha, onde está localizado o Acampamento Frei Henri, foi registrado mais um conflito entre acampados e produtores rurais no último mês. Há um mandado de reintegração de posse desta área expedido a favor do Incra, mas nunca cumprido. 

Conforme os organizadores do ato, ele faz parte da jornada de atividades realizada por instituições e organizações que estão prestando solidariedade às famílias acampadas e denunciado publicamente a violência na região.

Durante a atividade, será lançado um abaixo assinado para solicitar de instituições – como Incra e Ministério Público do Estado do Pará – que atuem resolvendo os conflitos e resguardando a vida das vítimas em potencial.

Conforme os organizadores, a atividade conta com participação de cineastas internacionais e uma deputada do parlamento europeu que está na cidade, conforme divulgado pelo Correio de Carajás nesta semana. O intuito é internacionalizar as denúncias com o intuito de chamar atenção das autoridades para evitar mais mortes.

Na próxima segunda-feira, dia 24, está agendada uma entrevista coletiva pela comissão que organiza a jornada nesta região do estado onde será apresentado o documento com abaixo assinado antes de ser protocolado junto aos órgãos públicos. (Luciana Marschall)

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