Correio de Carajás

Anvisa diz que vacinas usadas no Brasil são seguras

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que, até o momento, os dados públicos de notificações do uso de vacinas contra covid-19 no país não indicam qualquer relação das vacinas com eventos adversos graves ou mortes. De acordo com a Anvisa, não houve alteração na relação de risco e benefício dos produtos.

Em nota, a agência reguladora explicou que a avaliação benefício-risco leva em conta um conjunto grande de informações e os registros informados pelos usuários são apenas uma dessas fontes. As outras envolvem os relatórios de segurança das fabricantes, os sinais de segurança gerados pelo modelo matemático da Organização Mundial da Saúde (OMS), a troca de informações com outras autoridades regulatórias e a discussão em grupos de especialistas.

“Até o momento, não há nenhum caso de óbito conhecido que tenha relação estabelecida com o uso das vacinas para covid-19 autorizadas no país. As vacinas em uso no Brasil são consideradas seguras”, informou a agência. “Já é esperado que pessoas venham a óbito por outros motivos de saúde e mesmo por causas naturais, tendo em vista a taxa de mortalidade já conhecida para cada faixa etária da população brasileira”, completou.

Leia mais:

As notificações sobre vacinas e medicamentos são enviadas à Anvisa principalmente por profissionais e serviços de saúde, além dos próprios fabricantes que são obrigados a comunicar os eventos suspeitos e que possam ser graves. Esses dados são utilizados pela Anvisa como subsídio para o seu processo de monitoramento.

“Como são dados notificados por terceiros, eles são considerados de menor evidência científica e servem apenas como sinalizadores para o trabalho de monitoramento da Anvisa. A análise completa envolve os processos mencionados anteriormente”, explicou.

Atualmente, estão autorizadas para uso emergencial no Brasil a vacina Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica britânica AstraZeneca, e produzida no país pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); e a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Elas estão sendo adquiridas e distribuídas pelo Ministério da Saúde aos estados para vacinação da população dentro do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A Anvisa também concedeu registro para a vacina Cominarty, desenvolvida pela farmacêutica norte-americana Pfizer em parceria com a empresa de biotecnologia alemã BioNtech. Nesse caso, o registro é definitivo, para uso amplo, entretanto, o imunizante ainda não está disponível no país. (Agência Brasil)

Comentários

Mais

Coronafobia: transtornos compulsivos e de ansiedade por conta da pandemia

Coronafobia: transtornos compulsivos e de ansiedade por conta da pandemia

Há um ano que todo o Brasil vem enfrentando a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Sentimentos como incerteza e ansiedade…
Pará recebe mais 170.300 doses de vacinas contra a Covid-19 nesta sexta-feira (16)

Pará recebe mais 170.300 doses de vacinas contra a Covid-19 nesta sexta-feira (16)

No final da manhã desta sexta-feira (16), o Pará recebeu mais um lote com 170.300 doses de vacina contra a…
Covid-19: em uma semana, mortes aumentam 8% e casos 6%

Covid-19: em uma semana, mortes aumentam 8% e casos 6%

O total de mortes registradas em decorrência da covid-19 cresceu 8% na Semana Epidemiológica (SE) 14, de 4 a 10…
Profissionais do Hospital Regional Público da Transamazônica recebem a segunda dose da vacina contra a Covid-19

Profissionais do Hospital Regional Público da Transamazônica recebem a segunda dose da vacina contra a Covid-19

O Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira, finalizou a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19…
Amigos se despedem de Raimundo Salame, sepultado em Marabá

Amigos se despedem de Raimundo Salame, sepultado em Marabá

Figura muito querida na cidade, o contabilista Raimundo Salame teve o seu corpo sepultado no final da manhã desta sexta-feira…
Crianças e grávidas vacinadas por engano contra Covid não devem tomar a 2ª dose, diz Butantan

Crianças e grávidas vacinadas por engano contra Covid não devem tomar a 2ª dose, diz Butantan

O Instituto Butantan, fabricante da vacina contra Covid-19 CoronaVac, informou que não é indicada a aplicação da 2ª dose do imunizante em…