Correio de Carajás

Anúncio de emprego gera confusão na porta do Sine de Parauapebas

O anúncio de que uma empresa iria ofertar hoje (18) diversas vagas através do Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Parauapebas levou diversas pessoas a madrugar na porta do órgão. Ao serem informadas que a empresa, na realidade, ainda iria concorrer à licitação para realização de uma obra para a Prefeitura de Parauapebas, a notícia gerou tumulto e confusão e um grupo tentou interditar a rua de acesso ao órgão, colocando fogo em galhos de árvores.

A Guarda Municipal e a Polícia Militar agiram rápido e impediram que os manifestantes ateassem fogo para obstruir a pista. Eles isolaram a área, liberada ao final da manhã.  No local, muitos desempregados reclamavam da falta de vagas para moradores da cidade, alegando que boa parte dos postos de trabalho que se abrem são preenchidos por pessoas que vêm de fora.

Segundo eles, a maioria das empresas que vem realizar obras no município já traz seus empregados, não ofertando vaga para quem é da cidade. Eles ainda voltaram a denunciar a existência de venda de vagas e indicação de empregos dentro do Sine. Denúncias rechaçadas pelo coordenador do órgão, José Brás.

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O coordenador garante que isso não existe e que desde que assumiu o órgão, no início do ano, não admite qualquer facilitação de indicação de emprego. “Não admito isso porque seria uma deslealdade com quem madruga aqui na porta do Sine em busca de uma vaga de emprego”, diz, fazendo questão de deixar claro que o Sine não emprega ninguém, apenas faz a intermediação, enviando os candidatos para as vagas que aparecem, de acordo com a exigência do empregador.

Sobre o anúncio de emprego que provocou a confusão, ele explica que houve a divulgação das vagas, mas a empresa já havia enviado comunicado esclarecendo que ela ainda estava participando de processo de licitação e, se ganhasse, iria ofertar cerca de 100 vagas para moradores de Parauapebas.  “Esse comunicado está fixado na entrada do Sine. Por isso eu não entendo o motivo dessa confusão”, frisa Brás. (Tina Santos)

O anúncio de que uma empresa iria ofertar hoje (18) diversas vagas através do Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Parauapebas levou diversas pessoas a madrugar na porta do órgão. Ao serem informadas que a empresa, na realidade, ainda iria concorrer à licitação para realização de uma obra para a Prefeitura de Parauapebas, a notícia gerou tumulto e confusão e um grupo tentou interditar a rua de acesso ao órgão, colocando fogo em galhos de árvores.

A Guarda Municipal e a Polícia Militar agiram rápido e impediram que os manifestantes ateassem fogo para obstruir a pista. Eles isolaram a área, liberada ao final da manhã.  No local, muitos desempregados reclamavam da falta de vagas para moradores da cidade, alegando que boa parte dos postos de trabalho que se abrem são preenchidos por pessoas que vêm de fora.

Segundo eles, a maioria das empresas que vem realizar obras no município já traz seus empregados, não ofertando vaga para quem é da cidade. Eles ainda voltaram a denunciar a existência de venda de vagas e indicação de empregos dentro do Sine. Denúncias rechaçadas pelo coordenador do órgão, José Brás.

O coordenador garante que isso não existe e que desde que assumiu o órgão, no início do ano, não admite qualquer facilitação de indicação de emprego. “Não admito isso porque seria uma deslealdade com quem madruga aqui na porta do Sine em busca de uma vaga de emprego”, diz, fazendo questão de deixar claro que o Sine não emprega ninguém, apenas faz a intermediação, enviando os candidatos para as vagas que aparecem, de acordo com a exigência do empregador.

Sobre o anúncio de emprego que provocou a confusão, ele explica que houve a divulgação das vagas, mas a empresa já havia enviado comunicado esclarecendo que ela ainda estava participando de processo de licitação e, se ganhasse, iria ofertar cerca de 100 vagas para moradores de Parauapebas.  “Esse comunicado está fixado na entrada do Sine. Por isso eu não entendo o motivo dessa confusão”, frisa Brás. (Tina Santos)

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