Em maio deste ano, estudantes de medicina da Afya Marabá participaram de atendimentos de saúde e ações de orientação a comunidades indígena durante os Jogos da Castanha, realizados na Aldeia Kyikatêjê, em Bom Jesus do Tocantins (PA). A atividade fez parte do projeto de extensão da instituição e colocou os alunos em contato direto com uma realidade bastante diferente da encontrada nos grandes centros.
Para a estudante Eduarda Santis Nunes, do 11º período de medicina, a experiência foi marcante: “Participar dessa ação em saúde foi uma experiência única e significativa. O internato na região Norte nos proporciona uma verdadeira imersão cultural, ampliando nossa visão sobre o cuidado e tornando-nos profissionais mais humanos e preparados.”
Durante a ação, Eduarda atuou na Pediatria, atendendo diversas crianças indígenas. “Até mesmo orientações simples, como pedir que a criança abrisse a boca para examinarmos a garganta ou explicar a realização da ausculta cardíaca e pulmonar, exigiam adaptação, escuta atenta e muito respeito às particularidades culturais daquela comunidade”, relata.
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O estudante Pedro Keven Barros da Silva, do 9º período, também participou da iniciativa e destacou a importância do contato com diferentes etnias: “Foi uma experiência gratificante e diferente das demais. O contato com diferentes etnias nos permite individualizar condutas médicas e atender com mais segurança. Essas ações beneficiam tanto a população quanto nossa formação.”
Experiências como essa ajudam a ilustrar um dos pilares da educação médica: a qualidade e a diversidade dos campos de prática oferecidos ao longo da graduação. Infraestrutura, metodologia de ensino, corpo docente e localização costumam estar entre os principais critérios analisados pelos candidatos. Mas a vivência prática em diferentes cenários de atendimento também é um dos pilares das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para Medicina, definidas pelo Ministério da Educação (MEC).
“Os campos de prática permitem que o estudante desenvolva competências clínicas, capacidade de comunicação, raciocínio crítico e compreensão das diferentes realidades de saúde do país. É na vivência prática que muitos aprendizados ganham profundidade e significado para a formação médica”, afirma Luiz Cláudio, diretor acadêmico da Afya.
Maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, a Afya reúne 32 escolas médicas distribuídas em diferentes regiões do país, o que amplia o acesso dos estudantes a experiências em contextos sociais, culturais e epidemiológicos bastante diversos.
Além dos estudantes em períodos mais avançados, os alunos que estão iniciando a formação também vivenciam experiências práticas que ampliam sua visão sobre o cuidado em saúde. Hyanna Lima Santos Morais, do 4º período de Medicina da Afya Redenção, destacou a relevância da última ação realizada por sua turma: “Foi muito gratificante participar da ação realizada na APAE de Redenção. Dividimos em três etapas: ensinamos a lavagem das mãos, trabalhamos o semáforo do toque, explicando de forma lúdica onde é permitido ou não tocar, e finalizamos com momentos de diversão, música e brincadeiras. Aprender a lidar com a diversidade é essencial, porque cada pessoa tem suas particularidades, e a gente mais aprende do que ensina”, afirma Hyanna.

Atualmente no 5º período de medicina, Daimary Pinheiro Martins destaca como mais marcante entre os projetos de extensão que participou o “Brincando com a Comunidade, Reciclando Brinquedos, Cultivando Saúde e Bem-estar”. Ela lembra que, por ter acontecido nos primeiros períodos do curso, a experiência deixou uma marca profunda. “Foi um trabalho construído de forma coletiva, com dedicação, criatividade e muito envolvimento de todos os participantes. Para Daimary, o momento mais especial foi ver as crianças interagindo com os brinquedos produzidos pelos próprios estudantes, o que a emocionou profundamente.
“Até hoje esse projeto me impacta de uma forma gigante”, diz. Para a acadêmica, a ação ensinou sobre empatia, trabalho em equipe e o poder transformador das pequenas atitudes. Daimary conclui que a extensão universitária tem a capacidade de transformar não apenas a comunidade atendida, mas também os próprios estudantes: “Saí daquela ação com a certeza de que todos nós fomos impactados e transformados.”
De acordo com o coordenador do curso de Medicina da Afya Marabá, Dr. Leonardo Magalhães, a diversidade territorial e epidemiológica do Brasil é uma oportunidade valiosa para a formação dos futuros médicos. Ele ressalta que o país apresenta realidades muito distintas em relação ao acesso à saúde, ao perfil populacional e às necessidades assistenciais. “Quando o estudante vivencia diferentes cenários, amplia sua capacidade de adaptação, de escuta e de compreensão sobre o cuidado”, afirma.
A presença nacional da Afya permite que os estudantes tenham contato tanto com desafios de saúde característicos da Amazônia quanto com experiências em grandes centros urbanos e programas internacionais. “Conhecer diferentes modelos de atendimento e organização dos sistemas de saúde amplia muito nossa visão sobre o cuidado ao paciente. É uma experiência que complementa a formação e traz aprendizados que levamos para toda a carreira”, afirma Luiza.
Inscrições abertas para medicina
Estudantes interessados em ingressar nos cursos de medicina da Afya podem participar dos processos seletivos por transferência externa ou utilizando a nota do ENEM. As inscrições e mais informações estão disponíveis no site facamedicina.afya.com.br
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.768 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC, com mais de 26 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br
