Correio de Carajás

Aerton propõe criação de capelas mortuárias públicas em Marabá

Iniciativa visa garantir dignidade e apoio a famílias enlutadas, oferecendo espaços adequados para velórios em núcleos urbanos.

Homem barbudo de terno em mesa de reunião com microfone.
Aerton Grande “A perda de um ente querido é um momento extremamente delicado, e muitas famílias não dispõem de estrutura adequada para esse tipo de situação”
✏️ Atualizado em 27/02/2026 15h14

Durante a sessão ordinária realizada nesta quarta-feira, dia 25, na Câmara Municipal de Marabá, o vereador Aerton Grande (União Brasil) apresentou, em plenário, o Anteprojeto de Lei nº 01/2026, que propõe a criação de capelas mortuárias públicas municipais nos núcleos urbanos do município. A iniciativa busca ampliar a assistência às famílias marabaenses, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, garantindo estrutura adequada para a realização de velórios.

De acordo com o parlamentar, a proposta tem como objetivo assegurar mais dignidade e acolhimento às famílias enlutadas, oferecendo espaços públicos apropriados para as despedidas de entes queridos. Aerton Grande destacou que, em muitos casos, os familiares enfrentam dificuldades estruturais e financeiras que tornam ainda mais difícil o momento do luto.

O anteprojeto solicita ao Poder Executivo a implantação de capelas mortuárias públicas nos cinco principais núcleos urbanos de Marabá: Morada Nova, São Félix, Nova Marabá, Velha Marabá e Cidade Nova. Os espaços serão destinados à realização de velórios de pessoas residentes no município, ampliando o acesso da população a esse serviço essencial.

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Segundo o vereador, a iniciativa representa uma medida de caráter social e humanitário, voltada ao fortalecimento da rede de apoio às famílias em um momento de profunda fragilidade emocional. Ele ressaltou que a perda de um ente querido é uma experiência difícil e que o poder público pode contribuir oferecendo condições mais dignas e acolhedoras para as despedidas.

“A perda de um ente querido é um momento extremamente delicado, e muitas famílias não dispõem de estrutura adequada para esse tipo de situação. Elaboramos essa proposta com o objetivo de garantir mais dignidade, respeito e conforto, especialmente às famílias em situação de vulnerabilidade. Esperamos que o Poder Executivo analise a proposta com sensibilidade e possa transformá-la em uma política pública voltada ao bem-estar da população”, afirmou Aerton Grande.

O anteprojeto agora segue para análise do Poder Executivo, que poderá avaliar a viabilidade da proposta e, caso acolhida, encaminhar o projeto de lei à Câmara Municipal para apreciação e votação.