📅 Publicado em 16/10/2026 15h59✏️ Atualizado em 17/10/2026 11h27
Dois trabalhadores ficaram pendurados apenas por cordas de segurança na fachada do prédio em obras de ampliação do Hospital das Clínicas de Parauapebas, na manhã desta sexta-feira (16), na Rua H, Bairro União. A plataforma elevatória que eles utilizavam no serviço perdeu sustentação de um dos lados, causando o incidente.

Segundo o subtenente Anderson, do Corpo de Bombeiros, os dois trabalhadores estavam presos à linha de vida, estrutura de segurança utilizada em trabalhos em altura. A equipe de resgate acessou o local pela parte superior do prédio e utilizou uma técnica de resgate em altura para retirá-los.
O subtenente explicou que o resgate exigiu uma revisão dos sistemas de segurança antes da operação. De acordo com ele, a retirada dos trabalhadores ocorreu em um intervalo relativamente curto, mas a operação para colocar a plataforma no solo levou mais tempo.
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“A parte de altura não admite erros. Temos que fazer uma revisão do nosso sistema para realizar um resgate seguro”, frisou o subtenente.

Ao todo, 10 bombeiros participaram da ocorrência. Anderson afirmou que a equipe também acompanhou a operação até que a plataforma fosse colocada em uma posição segura, para evitar riscos às pessoas que circulavam pela região. A área foi isolada por ficar próxima a uma passagem de veículos e pedestres.
Informações apuradas no local indicam que o acidente ocorreu por volta das 9h. A retirada dos dois trabalhadores foi concluída em cerca de 40 minutos para um deles e aproximadamente 30 minutos para o outro. Já a operação para baixar a plataforma levou mais de duas horas.
Os trabalhadores foram encaminhados a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Segundo informações obtidas pela Reportagem deste CORREIO, eles sentiram dores nos braços após permanecerem pendurados pelas cordas. A empresa responsável pela obra os liberou para retornar ao trabalho na segunda-feira (19).
A causa da falha na plataforma ainda será apurada. Uma representante disse à Reportagem que a empreiteira pretende verificar o que provocou o problema. A estrutura que ficou suspensa também seria isolada para impedir a aproximação de curiosos.
