Correio de Carajás

Aos 78 anos, eleitora vai às urnas e reforça importância de exercer o direito ao voto

Aos 78 anos, sem obrigatoriedade de votar, Maria da Conceição Moura fez questão de ir às urnas. Para exercer o direito ao voto, precisou esperar, sentada, por duas horas
Por: Theíza Cristhine e Ronaldo Modesto
✏️ Atualizado em 04/10/2026 15h20

Eleitores de diferentes idades fizeram questão de comparecer às urnas neste domingo (4), em Parauapebas. Entre eles está Maria da Conceição Moura, de 78 anos, que decidiu participar da eleição, mesmo sem a obrigatoriedade de votar, e afirmou que fez questão de exercer seu direito como eleitora.

Maria votou na Escola Municipal de Tempo Integral (EMTI) Crescendo na Prática, na Vila Palmares II, zona rural de Parauapebas. Ela contou que não teve dificuldades para votar na urna eletrônica e considerou o processo simples. Apesar disso, precisou esperar duas horas na fila, sob o forte calor, até chegar à urna.

Aos 60 anos, Alberto Bastos também foi às urnas e destacou a importância da participação eleitoral. Para ele, o voto é fundamental para promover mudanças na sociedade. Alberto afirma que vota desde muito jovem e mantém o hábito de participar das eleições.

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Ele chegou por volta das 7h30 à Escola Paulo Fonteles, no bairro Da Paz, onde vota, antes da abertura dos portões, que ocorreu pontualmente às 8 horas. Para quem ainda iria votar, Alberto deixou uma dica, levar os números dos candidatos anotados para facilitar o momento diante da urna e evitar esquecimentos.

Enquanto alguns eleitores enfrentaram longas filas ao longo do dia, Wellysson Alcântara, de 27 anos, teve uma experiência diferente. Ele votou na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Pequeno Príncipe, no bairro União, chegou às 13h02, terminando a votação às 13h10, levando apenas oito minutos para concluir o processo.

Wellysson Alcântara, de 27 anos, levou apenas oito minutos para votar e contou que escolhe o início da tarde para fugir das longas filas

Segundo ele, a votação foi tranquila e não houve dificuldades. Wellysson contou que costuma escolher esse horário justamente para fugir das filas, que, segundo sua percepção, são maiores no início da manhã e a partir das 14 horas.